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Lula causa ao afirmar ‘espanto’ com quantidade de gente negra no RS: “Não tinha noção”

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POLÊMICA! O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acabou causando a revolta de alguns internautas ao mostrar ‘espanto’ com a descoberta da existência de pessoas negras no Rio Grande do Sul. Segundo ele, durante um discurso que viralizou pelas redes sociais, ele não tinha noção dessa grande quantidade de gente negra no estado.

De acordo com o Presidente, ele somente teve noção da grande quantidade de pessoas negras no RS ao assistir reportagens sobre a catástrofe climática na região: “É impressionante, eu não tinha noção que no Rio Grande do Sul tinha tanta gente negra. E no ‘Fantástico’ apareceu muita gente. Eu falei: ‘não é possível’. Aí a Janja me falou: ‘é porque são os mais pobres, é porque moram nos lugares mais arriscados de ser vítima dessas coisas’”, afirmou.

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Em suma, está surpresa do governante brasileiro está relacionada com o fato de a região Sul ser a que possui maior proporção de brancos no país, segundo os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o Censo de 2022, o estado gaúcho é o que possui a maior proporção de pessoas que se declaram brancas (78,4%).

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Pelas redes sociais, esse ‘espanto’ de Lula deu o que falar e gerou algumas críticas por parte de seus opositores: “Vergonha alheia“, comentou um. “Inacreditável o que temos que ouvir desse desgoverno imundo, ladrão, imoral, o RS tem mais negros porque são os mais pobres racista desgraçado se aproveitando da tragédia do RS fazendo teatro as pessoas perderam tudo, cadê a mídia militante o que tem a dizer sobre isso“, comentou outra.

Mais sobre Lula e o Rio Grande do Sul

Vale lembrar que Lula visitou o estado na quarta (15) para anunciar medidas do governo federal para socorrer a população gaúcha após as fortes chuvas e enchentes que atingiram centenas de municípios. Até o momento, as autoridades confirmam a morte de 149 pessoas, além de 108 desaparecidos.

“MSN”

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Conclave para eleição do sucessor do papa inicia em 7 de maio

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Conclave para eleição do sucessor do papa inicia em 7 de maio

Conclave para eleição do sucessor do papa Francisco começará em 7 de maio

O porta-voz do Vaticano informou a data, ao mesmo tempo que o Museu do Vaticano anunciou o fechamento da Capela Sistina, a majestosa sala adornada com os célebres afrescos de Michelangelo, situada no Palácio Apostólico.

Os cardeais participarão de uma missa solene na Basílica de São Pedro no Vaticano na quarta-feira da próxima semana, após a qual aqueles com direito a voto – os que têm menos de 80 anos – se reunirão a portas fechadas para votar em um processo secreto que pode durar vários dias.

O primeiro pontífice latino-americano foi enterrado no sábado, após uma cerimônia solene de despedida na presença de líderes internacionais e de 400.000 pessoas.

Os cardeais foram convocados a Roma para escolher o novo papa. Do total de 135 com direito a voto – porque têm menos de 80 anos -, 80% foram designados por Francisco. Eles vêm de todas as regiões do mundo e muitos não se conhecem.

“Personalidade aberta”

Patricia Spotti espera que o novo pontífice “seja como o papa que faleceu”. “Deve ter uma personalidade aberta para todos”, disse à AFP esta mulher de 68 anos que viajou de Milão a Roma para o Ano do Jubileu, celebrado em 2025.

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Muitos fiéis temem que o novo papa represente um passo atrás em relação ao legado do jesuíta argentino, marcado pela luta contra os abusos sexuais de menores de idade na Igreja, por mais espaço para mulheres e leigos e pela defesa dos pobres e migrantes.

“Nosso desejo é encontrar alguém que se pareça com Francisco, não que seja o mesmo, mas em continuidade”, declarou o cardeal argentino Ángel Sixto Rossi, de 66 anos.

“É difícil dizer como imaginamos o perfil do novo papa”, destacou o cardeal italiano Giuseppe Versaldi, de 83 anos, sem direito a voto. “Tem que haver continuidade, mas também avançar em frente, não apenas repetir o passado”.

O cardeal espanhol José Cobo disse ao jornal El País que não será “nada previsível”.

Como no filme?

O conclave provoca fascínio há vários séculos. O recente filme homônimo do diretor alemão Edward Berger, que venceu em março o Oscar de melhor roteiro adaptado, popularizou ainda mais o evento.

“Mais da metade de nós viveremos nosso primeiro conclave. É uma oportunidade para mostrar ao mundo que filmes como ‘Conclave’ e outros semelhantes não são a realidade”, disse o cardeal espanhol Cristóbal López Romero ao portal oficial Vatican News.

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O filme retrata o processo de eleição de um novo papa, em reuniões a portas fechadas. O relato fictício mostra as tensões entre diversas alas do Vaticano.

Mas as divisões dentro da Igreja não são uma ficção. As reformas impulsionadas por Francisco e seu estilo simples despertaram críticas entre os setores mais conservadores, que apostam em uma mudança mais focada na doutrina.

“Hoje, precisamos de união, não de divisão”, advertiu no domingo o cardeal do Mali Jean Zerbo, de 81 anos, após uma oração dos cardeais diante do túmulo de Francisco.

As apostas

O cardeal alemão Reinhard Marx espera um conclave de “poucos dias”.

Roberto Regoli, professor da Universidade Pontifícia Gregoriana, acredita que não será rápido. “Estamos em um período em que o catolicismo está enfrentando várias polarizações e os cardeais terão que encontrar alguém que saiba forjar uma unidade maior”, disse.

Com os conflitos e as crises diplomáticas no mundo, o italiano Pietro Parolin aparece como um dos favoritos. O cardeal atuou como secretário de Estado com Francisco, depois de ocupar o posto de núncio na Venezuela.

A casa de apostas britânica William Hill o coloca à frente do filipino Luis Antonio Tagle, seguido do cardeal ganês Peter Turkson e do também italiano Matteo Zuppi.

“ISTOÉ”

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