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É mentira que governo vai recolher carros fabricados antes de 2014 sem ABS e airbag

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Não é verdade que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ordenou o recolhimento de carros fabricados antes de 2014 que não possuem o sistema de freio ABS e airbags. Os itens de segurança citados por publicações que circulam nas redes são obrigatórios apenas para carros fabricados a partir daquele ano, e não há qualquer punição prevista para modelos produzidos antes desse período.

Publicações com a alegação desinformativa acumulavam 1,2 milhão de visualizações no Tik Tok e centenas de compartilhamentos no Facebook nesta quinta-feira (16).

Carros que não tem freio ABS e airbag serão recolhidos. Vai pegar a estrada? Evite utilizar carros fabricados antes de 2014. Faz o L

Posts enganam ao fazer crer que carros fabricados antes de 2014 sem freios ABS e airbag serão recolhidos pelo governo
Posts enganam ao fazer crer que carros fabricados antes de 2014 sem freios ABS e airbag serão recolhidos pelo governo

Foto: Aos Fatos

O governo Lula não ordenou que fossem recolhidos todos os carros fabricados antes de 2014 que não têm freios ABS e airbags. Publicações que fazem essa alegação distorcem o sentido de resoluções do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) determinando que veículos produzidos a partir daquele ano devem obrigatoriamente conter esses itens de segurança, medida que as montadoras passaram a seguir desde então. Não há nas normas, no entanto, qualquer previsão de punição para modelos fabricados antes desse período que não contenham as tecnologias.

Em 2009, o Contran estabeleceu que todos os automóveis nacionais ou importados fabricados a partir de 2014 deveriam ter obrigatoriamente airbags e sistema de freios ABS. A norma passou a valer em 1º de janeiro daquele ano e fez com alguns modelos de carro deixassem de ser fabricados.

Não há nas resoluções qualquer menção à obrigatoriedade de instalação de freios ABS e airbags em veículos fabricados antes de 2014. Também não há qualquer lei posterior que impeça a circulação de automóveis antigos nessas condições. Veículos fabricados depois que a norma entrou em vigor, no entanto, incorrem em infração grave caso não contenham os mecanismos de segurança.

 

Origem.

As peças checadas difundem o título de uma notícia publicada no último sábado (11) pelo site Edital de Concursos. O texto, no entanto, em nenhum momento afirma que veículos produzidos antes de 2014 devem ser recolhidos pelo governo. O site argumenta apenas que, ao comprar um veículo usado, o ideal seria optar por um modelo fabricado a partir dessa data, que obrigatoriamente contém os itens de segurança.

“G1”

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Conclave para eleição do sucessor do papa inicia em 7 de maio

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Conclave para eleição do sucessor do papa inicia em 7 de maio

Conclave para eleição do sucessor do papa Francisco começará em 7 de maio

O porta-voz do Vaticano informou a data, ao mesmo tempo que o Museu do Vaticano anunciou o fechamento da Capela Sistina, a majestosa sala adornada com os célebres afrescos de Michelangelo, situada no Palácio Apostólico.

Os cardeais participarão de uma missa solene na Basílica de São Pedro no Vaticano na quarta-feira da próxima semana, após a qual aqueles com direito a voto – os que têm menos de 80 anos – se reunirão a portas fechadas para votar em um processo secreto que pode durar vários dias.

O primeiro pontífice latino-americano foi enterrado no sábado, após uma cerimônia solene de despedida na presença de líderes internacionais e de 400.000 pessoas.

Os cardeais foram convocados a Roma para escolher o novo papa. Do total de 135 com direito a voto – porque têm menos de 80 anos -, 80% foram designados por Francisco. Eles vêm de todas as regiões do mundo e muitos não se conhecem.

“Personalidade aberta”

Patricia Spotti espera que o novo pontífice “seja como o papa que faleceu”. “Deve ter uma personalidade aberta para todos”, disse à AFP esta mulher de 68 anos que viajou de Milão a Roma para o Ano do Jubileu, celebrado em 2025.

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Muitos fiéis temem que o novo papa represente um passo atrás em relação ao legado do jesuíta argentino, marcado pela luta contra os abusos sexuais de menores de idade na Igreja, por mais espaço para mulheres e leigos e pela defesa dos pobres e migrantes.

“Nosso desejo é encontrar alguém que se pareça com Francisco, não que seja o mesmo, mas em continuidade”, declarou o cardeal argentino Ángel Sixto Rossi, de 66 anos.

“É difícil dizer como imaginamos o perfil do novo papa”, destacou o cardeal italiano Giuseppe Versaldi, de 83 anos, sem direito a voto. “Tem que haver continuidade, mas também avançar em frente, não apenas repetir o passado”.

O cardeal espanhol José Cobo disse ao jornal El País que não será “nada previsível”.

Como no filme?

O conclave provoca fascínio há vários séculos. O recente filme homônimo do diretor alemão Edward Berger, que venceu em março o Oscar de melhor roteiro adaptado, popularizou ainda mais o evento.

“Mais da metade de nós viveremos nosso primeiro conclave. É uma oportunidade para mostrar ao mundo que filmes como ‘Conclave’ e outros semelhantes não são a realidade”, disse o cardeal espanhol Cristóbal López Romero ao portal oficial Vatican News.

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O filme retrata o processo de eleição de um novo papa, em reuniões a portas fechadas. O relato fictício mostra as tensões entre diversas alas do Vaticano.

Mas as divisões dentro da Igreja não são uma ficção. As reformas impulsionadas por Francisco e seu estilo simples despertaram críticas entre os setores mais conservadores, que apostam em uma mudança mais focada na doutrina.

“Hoje, precisamos de união, não de divisão”, advertiu no domingo o cardeal do Mali Jean Zerbo, de 81 anos, após uma oração dos cardeais diante do túmulo de Francisco.

As apostas

O cardeal alemão Reinhard Marx espera um conclave de “poucos dias”.

Roberto Regoli, professor da Universidade Pontifícia Gregoriana, acredita que não será rápido. “Estamos em um período em que o catolicismo está enfrentando várias polarizações e os cardeais terão que encontrar alguém que saiba forjar uma unidade maior”, disse.

Com os conflitos e as crises diplomáticas no mundo, o italiano Pietro Parolin aparece como um dos favoritos. O cardeal atuou como secretário de Estado com Francisco, depois de ocupar o posto de núncio na Venezuela.

A casa de apostas britânica William Hill o coloca à frente do filipino Luis Antonio Tagle, seguido do cardeal ganês Peter Turkson e do também italiano Matteo Zuppi.

“ISTOÉ”

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