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Cantor paraense tira a própria vida após perder R$ 70 mil no jogo do Tigrinho

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O cantor Caburé (Jailson Santos), que morou por muito tempo na cidade de Novo Progresso-Pará, tirou a própria vida nesta segunda-feira (4)

A cidade de Jacareacanga, no estado do Pará, foi abalada por uma triste notícia nesta segunda-feira (04/03). O cantor Caburé, nome artístico de Jailson Santos, conhecido por sua passagem pela cidade de Novo Progresso, cometeu suicídio, deixando familiares, amigos e fãs chocados e consternados.

Segundo informações divulgadas por um amigo do cantor em suas redes sociais, Caburé teria tirado a própria vida em decorrência de problemas financeiros relacionados a um jogo de azar. O artista teria ganhado uma quantia expressiva, cerca de 70 mil reais, no chamado “Jogo do Tigrinho”. No entanto, ele continuou apostando e, infelizmente, perdeu tudo. Para tentar pagar suas dívidas, Caburé chegou a emprestar dinheiro sem conseguir recuperar nada, acumulando uma alta dívida. Com o peso dessa situação e sem saber como honrar os compromissos, o cantor acabou entrando em um estado de profunda depressão, culminando na trágica decisão de tirar a própria vida na tarde desta segunda-feira.

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A notícia abalou a comunidade local, que conhecia e admirava o talento de Caburé. O cantor era uma figura querida e sua música tocava o coração de muitos. Amigos e fãs expressaram choque e tristeza diante da perda repentina, compartilhando mensagens de pesar e apoio à família enlutada.

O vício em jogos de azar é uma questão séria e que pode levar a consequências devastadoras, como no caso de Caburé. A dependência e as perdas financeiras podem desencadear uma série de problemas emocionais, como ansiedade, depressão e desespero. É fundamental que haja uma conscientização contínua sobre os riscos associados ao jogo e que sejam oferecidos recursos e suporte adequados para aqueles que enfrentam dificuldades nessa área.

“163online”

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Conclave para eleição do sucessor do papa inicia em 7 de maio

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Conclave para eleição do sucessor do papa inicia em 7 de maio

Conclave para eleição do sucessor do papa Francisco começará em 7 de maio

O porta-voz do Vaticano informou a data, ao mesmo tempo que o Museu do Vaticano anunciou o fechamento da Capela Sistina, a majestosa sala adornada com os célebres afrescos de Michelangelo, situada no Palácio Apostólico.

Os cardeais participarão de uma missa solene na Basílica de São Pedro no Vaticano na quarta-feira da próxima semana, após a qual aqueles com direito a voto – os que têm menos de 80 anos – se reunirão a portas fechadas para votar em um processo secreto que pode durar vários dias.

O primeiro pontífice latino-americano foi enterrado no sábado, após uma cerimônia solene de despedida na presença de líderes internacionais e de 400.000 pessoas.

Os cardeais foram convocados a Roma para escolher o novo papa. Do total de 135 com direito a voto – porque têm menos de 80 anos -, 80% foram designados por Francisco. Eles vêm de todas as regiões do mundo e muitos não se conhecem.

“Personalidade aberta”

Patricia Spotti espera que o novo pontífice “seja como o papa que faleceu”. “Deve ter uma personalidade aberta para todos”, disse à AFP esta mulher de 68 anos que viajou de Milão a Roma para o Ano do Jubileu, celebrado em 2025.

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Muitos fiéis temem que o novo papa represente um passo atrás em relação ao legado do jesuíta argentino, marcado pela luta contra os abusos sexuais de menores de idade na Igreja, por mais espaço para mulheres e leigos e pela defesa dos pobres e migrantes.

“Nosso desejo é encontrar alguém que se pareça com Francisco, não que seja o mesmo, mas em continuidade”, declarou o cardeal argentino Ángel Sixto Rossi, de 66 anos.

“É difícil dizer como imaginamos o perfil do novo papa”, destacou o cardeal italiano Giuseppe Versaldi, de 83 anos, sem direito a voto. “Tem que haver continuidade, mas também avançar em frente, não apenas repetir o passado”.

O cardeal espanhol José Cobo disse ao jornal El País que não será “nada previsível”.

Como no filme?

O conclave provoca fascínio há vários séculos. O recente filme homônimo do diretor alemão Edward Berger, que venceu em março o Oscar de melhor roteiro adaptado, popularizou ainda mais o evento.

“Mais da metade de nós viveremos nosso primeiro conclave. É uma oportunidade para mostrar ao mundo que filmes como ‘Conclave’ e outros semelhantes não são a realidade”, disse o cardeal espanhol Cristóbal López Romero ao portal oficial Vatican News.

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O filme retrata o processo de eleição de um novo papa, em reuniões a portas fechadas. O relato fictício mostra as tensões entre diversas alas do Vaticano.

Mas as divisões dentro da Igreja não são uma ficção. As reformas impulsionadas por Francisco e seu estilo simples despertaram críticas entre os setores mais conservadores, que apostam em uma mudança mais focada na doutrina.

“Hoje, precisamos de união, não de divisão”, advertiu no domingo o cardeal do Mali Jean Zerbo, de 81 anos, após uma oração dos cardeais diante do túmulo de Francisco.

As apostas

O cardeal alemão Reinhard Marx espera um conclave de “poucos dias”.

Roberto Regoli, professor da Universidade Pontifícia Gregoriana, acredita que não será rápido. “Estamos em um período em que o catolicismo está enfrentando várias polarizações e os cardeais terão que encontrar alguém que saiba forjar uma unidade maior”, disse.

Com os conflitos e as crises diplomáticas no mundo, o italiano Pietro Parolin aparece como um dos favoritos. O cardeal atuou como secretário de Estado com Francisco, depois de ocupar o posto de núncio na Venezuela.

A casa de apostas britânica William Hill o coloca à frente do filipino Luis Antonio Tagle, seguido do cardeal ganês Peter Turkson e do também italiano Matteo Zuppi.

“ISTOÉ”

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