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Senar-RS credencia empresas para prestação de serviços educacionais

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-RS) abriu edital de credenciamento de pessoas jurídicas para integrar o cadastro de prestadores de serviços educacionais. Podem participar do processo empresas legalmente estabelecidas no país que possuam objeto social compatível com o solicitado, com registro em órgão competente, e que comprovem qualificação técnica e de habilitação para execução dos serviços. 

As empresas credenciadas poderão ser contratadas para executar ações de Formação Profissional Rural (FPR) e/ou Promoção Social (PS) no Senar-RS, bem como serem chamadas a participar de ações/atividades que tratem de temas relacionados à atividade agropecuária, como seminários, treinamentos ou eventos à distância. Também pode ser chamada para elaboração de material didático, organização, acompanhamento ou suporte de grupos de estudos e de discussões em congressos, simpósios, workshops, dia de campo, painéis, encontros e consultorias técnicas. O credenciamento habilita à atuação em todo o Rio Grande do Sul, mas será dada preferência para atividades em sua região.

Interessados podem fazer inscrição, gratuitamente, até 31 de março de 2022, no endereço http://www.senar-rs.com.br/credenciamento. O processo terá duas etapas:  Inscrição e Habilitação Jurídica e Qualificação técnica. Em ambas, as interessadas terão de submeter documentação para análise. Confira detalhes no mesmo edital.

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A candidatura não estabelece obrigação do Senar-RS em fazer contratações, mas todas as empresas que ao final do processo demonstrarem aptidão técnica e jurídica integrarão o banco de credenciados para prestar serviços educacionais.

Credenciamento de empresas para serviços educacionais

Quando: até 31 de março de 2022

Edital e inscrições: no site do Senar-RS (http://www.senar-rs.com.br/credenciamento)

Fonte: CNA Brasil

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Revisão contratual se torna estratégia chave para empresas em tempos de crise econômica

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Flexibilidade nos contratos ajuda a manter negócios ativos e reduzir riscos jurídicos

Revisão contratual se torna estratégia chave para empresas em tempos de crise econômica

Em um cenário econômico instável, marcado por inflação, variações nas taxas de juros e crises setoriais, a revisão contratual surge como uma ferramenta essencial para garantir a sustentabilidade dos negócios. Mais do que uma medida jurídica, ela se torna um aliado estratégico na gestão empresarial, permitindo que empresas e profissionais adaptem seus compromissos às mudanças do mercado e evitem litígios desnecessários.

Revisão contratual: prevenção e governança corporativa

Segundo o advogado Marco Aurélio Alves de Oliveira, da Hemmer Advocacia, a revisão de contratos deixou de ser apenas uma ação emergencial e passou a integrar as políticas de governança corporativa de empresas que buscam segurança jurídica.

“A revisão contratual é uma ferramenta preventiva. Ela garante que as partes possam renegociar cláusulas diante de situações imprevistas, como oscilações econômicas, alterações legislativas ou crises setoriais. O objetivo é preservar o equilíbrio financeiro e a continuidade das relações comerciais, sem que seja necessário recorrer ao Judiciário”, explica Marco Aurélio.

Base legal e antecipação contratual

A revisão contratual está prevista no artigo 478 do Código Civil, que permite a alteração ou rescisão de contratos quando acontecimentos imprevisíveis comprometem o equilíbrio financeiro entre as partes.

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No entanto, a antecipação contratual, por meio de cláusulas específicas de revisão, é considerada a melhor estratégia para evitar litígios.

“O ideal é que as empresas já incluam nos contratos cláusulas de revisão, que definam parâmetros claros para renegociação em caso de desequilíbrio econômico. Isso reduz incertezas e traz mais previsibilidade para as partes envolvidas”, complementa Marco Aurélio.

Aplicação prática em diversos setores

A revisão contratual tem sido utilizada em setores como fornecimento, locação comercial, prestação de serviços e financiamentos, especialmente durante períodos de retração econômica.

Com a alta dos custos operacionais e mudanças nas cadeias de suprimento, revisar contratos pode ser decisivo para manter parcerias comerciais ou evitar processos judiciais prolongados.

“É preciso prezar por uma negociação transparente e técnica, sempre com o acompanhamento de uma assessoria jurídica especializada. A revisão deve ser vista como uma oportunidade de ajuste e diálogo, não como um embate. Quando conduzida com boa-fé e base técnica, ela preserva a saúde financeira da empresa e fortalece os vínculos comerciais”, afirma o advogado.

Contratos flexíveis garantem resiliência

Para Marco Aurélio, a principal lição é clara:

“Em tempos de instabilidade, contratos rígidos podem fragilizar negócios; contratos flexíveis, com instrumentos de revisão bem estruturados, garantem resiliência e segurança jurídica.”

Fonte: Portal do Agronegócio

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