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Ramagem nega ação para ajudar Flávio Bolsonaro e atrela operação da PF a eleição no Rio

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BRASÍLIA, DF, E RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – O deputado federal Alexandre Ramagem (PL), ex-diretor da Abin (Agência de Inteligência Brasileira), se manifestou pela primeira vez nesta sabado (13) sobre as investigações da Polícia Federal que prenderam servidores do seu mandato por espionagem indevida, a chamada “Abin paralela”, e negou ter atuado para ajudar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no caso da “rachadinha”.

Nas investigações, a PF citou um áudio, com metadados de 2020, “possivelmente gravado” por Ramagem, em conversa com Bolsonaro e o ministro Augusto Heleno sobre o caso das “rachadinhas” do senador Flávio Bolsonaro.

“Não há interferência ou influência em processo vinculado ao senador Flávio Bolsonaro. A demanda se resolveu exclusivamente em instância judicial”, diz o deputado na publicação no X (antigo Twitter).

O caso das “rachadinhas” abordava o possível desvio de parte dos salários dos funcionários do gabinete de Flávio, quando deputado estadual no Rio.

A investigação afirma que, no áudio de uma hora e oito minutos, Ramagem sugere a instauração de um procedimento administrativo contra os auditores para anular a investigação das rachadinhas, bem como retirar alguns servidores de seus respectivos cargos.

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Na mesma manifestação em rede social nesta sexta-feira (12), Ramagem diz que “houve finalmente indicação de que serei ouvido na PF, a fim de buscar instrução devida e desconstrução de toda e qualquer narrativa”.

“Folha de s.paulo”

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