ECONOMIA
Lula diz que pode tomar “atitudes mais drásticas” para baratear alimentos
ECONOMIA
O presidente comentou nesta sexta-feira (7/3) que está tentando reduzir os preços sem conflitos, mas admitiu que pode tomar atitudes mais drásticas, sem detalhar
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (7/3) que terá que “tomar atitudes mais drásticas” caso não encontre uma solução pacífica para reduzir o preço dos alimentos.
O petista declarou que o governo está “muito preocupado” com a alta e que está discutindo soluções, citando como exemplo os preços do ovo, do café e do milho.
“Eu quero que você saiba, o preço do café está muito caro para o consumidor, o preço do ovo está muito caro, o milho está caro, e nós estamos tentando encontrar uma solução. A gente não quer brigar com ninguém, a gente quer encontrar uma solução pacífica, mas, se a gente não encontrar, a gente vai ter que tomar atitudes mais drásticas”, disse Lula.
A fala ocorreu durante anúncio de novos assentamentos para o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em Campo do Meio, Minas Gerais.
“O que interessa é levar a comida barata para a mesa do povo brasileiro. E ela pode ser barata pagando um preço justo para o produtor”, disse ainda o presidente Lula.
O chefe do Executivo comentou que algumas medidas já foram confirmadas, após reunião realizada ontem (6) com ministros e empresários do setor alimentício no Palácio do Planalto.
Dentre os anúncios estão a redução do imposto de importação de alguns dos itens mais consumidos pelo brasileiro, como carnes e café, a recomendação para que estamos também reduzam seus impostos, além de reforço para os estoques reguladores da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
“CB”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


