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Abilio diz que prisão é abuso de autoridade e Moraes se tornou suspeito

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Segundo prefeito, abuso foi o estopim para que dois senadores de MT assinassem pedido de impeachment

POR;Victor Ostetti

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, que falou sobre a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro

GIORDANO TOMASELLI
DA REDAÇÃO

O prefeito Abilio Brunini (PL) classificou como injusta a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), decretada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Segundo ele, a decisão foi um “abuso de autoridade” por parte do ministro, que se torna suspeito para julgar o caso.

A escalada desse abuso de autoridade dele faz com que ele perca a mão totalmente dentro do processo

De acordo com Abilio, o abuso ficou claro que até levou mais senadores a assinarem o pedido de impeachment do ministro no Senado Federal, que alcançou as 41 assinaturas necessárias.

“A prisão de Bolsonaro foi incorreta, é um abuso de autoridade. Tanto é que já chegou a 41 assinaturas de senadores no pedido de cassação [de Moraes]”, disse o prefeito durante coletiva à imprensa nesta quinta-feira (7).

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“A escalada desse abuso de autoridade faz com que ele perca a mão totalmente dentro do processo, se torne suspeito em cima do procedimento que ele está adotando, tanto é que aqui no estado de Mato Grosso, por exemplo, os três senadores vieram assinar”, acrescentou. 

FONTE”MIDIA

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PM que matou jovem negro pelas costas é condenado a 2 anos no semiaberto

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Gabriel Renan da Silva Soares foi assassinado com 11 tiros, em novembro de 2024, em frente ao mercado após furtar itens de limpeza; vítima é sobrinho do rapper Eduardo Taddeo, ex-membro do grupo ‘Facção Central’

Thiago Félix, da CNN Brasil, São Paulo

O policial militar Vinicius de Lima Britto foi condenado a dois anos e um mês no regime semiaberto, pela execução de Gabriel Renan da Silva Soares, em novembro de 2024, em São Paulo. A vítima, assassinada pelas costas, levou 11 tiros ao furtar itens de limpeza em um mercado.

A decisão foi tomada após a votação do júri popular, que aconteceu nesta quinta-feira (9). O PM foi condenado a homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Britto também foi sentenciado a perder o cargo público que ocupa.

“Diante do pedido do Ministério Público fixo a indenização, conforme o artigo 387, inciso IV, do Código Processo Penal no valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais)”, afirma a juíza Viviane de Carvalho Singulane, responsável pelo caso.

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A vítima, Gabriel Renan da Silva Soares, é sobrinho do rapper Eduardo Taddeo, que fez parte do grupo ‘Facção Central’.  A Justiça revogou o pedido de prisão preventiva.

Na época, a versão inicial apresentada pelo PM era de que o jovem teria feito menção de estar armado, o que, na versão dele, justificaria os disparos. Um atendente do mercado corroborou essa narrativa, alegando que Gabriel teria dito: “Não mexe comigo, que estou armado, não quero nada do que é seu”.

Entretanto, as novas imagens mostram que o jovem, que tinha acabado de furtar itens de limpeza, escorregou quando tentou sair correndo do mercado e que em nenhum momento fez menção de estar armado. Nas imagens, também é possível concluir que não houve diálogo e que o policial acertou a vítima pelas costas.

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