JURÍDICO

Processo contra juízes da ‘Lava Jato’ chega ao STF, para ser detalhado

Publicado em

JURÍDICO

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou, nesta quarta-feira, o relatório do corregedor nacional de Justiça, Luís Felipe Salomão, ao indicar suspeita de crimes de peculato, corrupção e prevaricação por parte de magistrados e procuradores envolvidos na ‘Operação Lava Jato’.

O documento chega, agora, à Procuradoria-Geral da República (PGR); à Polícia Federal (PF) e ao Supremo Tribunal Federal (STF). Trata-se do resultado de uma inspeção conduzida pelo CNJ na 13ª Vara Federal de Curitiba (PR) e no Tribunal Regional Federal da IV Região (TRF-IV), responsáveis pelos processos da ‘Lava Jato’ na primeira e na segunda instâncias, respectivamente.

O CNJ decidiu abrir processos disciplinares contra quatro magistrados da ‘Operação Lava Jato’. São eles: Gabriela Hardt, ex-substituta de Sergio Moro na 13ª Vara; Danilo Pereira Júnior, atual titular da 13ª Vara; Thompson Flores, desembargador do Tribunal Regional Federal da IV Região; e Loraci Flores de Lima, desembargador do TRF-IV.

Por maioria, o CNJ acompanhou o voto de Salomão. No caso de Hardt, ele afirmou que haver “um conjunto de atos comissivos e omissivos singulares que são efetiva e essencialmente anômalos, sendo que tais ações da reclamada, de uma maneira ou outra, culminaram na efetiva destinação do dinheiro para fins privados“.

Leia Também:  Fugitivo de MT é preso pela Polícia Civil em favela do Rio de Janeiro

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

JURÍDICO

Encarada em Moraes e post do plenário: as reações de Bolsonaro durante julgamento no STF sobre denúncia do golpe

Publicados

em

Presente no plenário da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente Jair Bolsonaro tem alternado momentos em que presta atenção no que dizem os ministros e conversas ao pé do ouvido com seus advogados. Logo no início da sessão que julga se ele se tornará réu por tentativa de golpe, ele postou em uma rede social uma crítica ao processo, comparando o caso a uma partida de futebol em que o juiz “apita contra antes mesmo do jogo começar”.

Durante a primeira parte da sessão, quando ocorreu a leitura do relatório pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, Bolsonaro manteve o telefone celular guardado e manteve o olhar fixo no magistrado.

O ex-presidente acompanha o julgamento com a principal condecoração do Exército presa na lapela do terno, a do Pacificador com Palma – concedida a ele em 2018. De acordo com o site da força, a honraria é dada “a brasileiros que se destacam por atos de bravura, coragem e abnegação”.Bolsonaro com o advogado Celso Vilardi — Foto: Gustavo Moreno/STF

Leia Também:  Grávida de 8 meses morre em acidente de trânsito em Santa Catarina

O ex-presidente sentou na área central do plenário da Primeira Turma, na primeira fileira da sala, de frente para o procurador-geral da República, Paulo Gonet e o ministro Cristiano Zanin, que preside a Turma. Moraes é o primeiro da esquerda.

Enquanto o relator narrava os crimes imputados a Bolsonaro e falou na organização criminosa liderada por ele, o ex-presidente fez breves comentários com seus dois advogados, sentados ao seu lado, Celso Vilardi e Paulo Cunha Bueno.

Após a leitura do relatório e da sustentação oral pela PGR, quando Vilardi levantou uma questão de ordem para que a sustentação oral da defesa de Mauro Cid fosse feita primeiro, antes das demais, Bolsonaro ajudou o advogado a vestir a toga.

No momento em que os ministros votaram na questão de ordem, Bolsonaro bocejou quando Flávio Dino começou a falar. O ex-presidente não manifestou reação após a negativa dos ministros para esse pedido.

” O globo 100″

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA