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Seven Instituto e a inclusão digital

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Surpreendente o trabalho que o Seven Instituto se propõe a fazer quando recebem doações de computadores usados e executa os serviços para arrumar, limpar e devolver para as pessoas que mais precisam e não tem na maioria das vezes acesso.

E para encontrar essas pessoas o instituto conta com seu site, organizações locais, escolas e centros comunitários para encontrar indivíduos merecedores que possam utilizar a tecnologia para melhorar suas vidas e expandir suas oportunidades.

“No Seven Instituto, acreditamos que todos merecem ter acesso às oportunidades proporcionadas pela tecnologia. Infelizmente, muitas famílias carentes não têm condições de adquirir um computador, uma ferramenta essencial nos dias de hoje. É aí que você pode fazer a diferença! Disse Cláudio Cordeiro diretor de marketing do instituto.”

Essa missão é simples, porém poderosa: receber doações de computadores usados, limpar e restaurar esses equipamentos e, em seguida, doá-los a famílias que vivem a margem da sociedade. Ao fazer isso, o Seven Instituto promove a inclusão digital que abrem portas para um futuro melhor e mais digno.

O Seven Instituto também reconhece empresas, instituições e associações que apoiam, participam de projetos, eventos, e que doam computadores para a promoção da inclusão digital para famílias em vulnerabilidade social.

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São dois selos:

  • Sou Sócio doador – que reconhece pessoas, entidades, empresas e órgãos como um sócio doador, valorizando a instituição como um órgão que se preocupa com a inclusão digital de famílias em vulnerabilidade social.
  • Empresa que inclui – reconhecer empresas, pessoas e entidades doadoras que acreditam na nossa causa e na inclusão digital como uma premissa social e econômica.

 

A importância desses selos, são:

  • Agregar valor à imagem da sua empresa;
  • Reconhecer as ações positivas do setor privado e público em benefício da inclusão digital de famílias em vulnerabilidade social;
  • É uma forma de comunicação visual com o consumidor consciente, que identifica o engajamento social e inclusivo da empresa;
  • Pode ser utilizado em todos os materiais de comunicação como sites, embalagens, papelaria, notas fiscais, adesivos, sacolas, banners, uniformes, produtos, entre outros.

Os selos de reconhecimento, como “Sou Sócio Doador” e “Empresa que Inclui”, são uma forma de valorizar e destacar as empresas, entidades e pessoas que apoiam e participam dos projetos do instituto, mostrando seu compromisso com a inclusão digital e a responsabilidade social.

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Esses selos ajudam a agregar valor à imagem da empresa, reconhecer ações positivas em prol da inclusão digital, e também servem como uma forma de comunicação visual com consumidores conscientes, que valorizam o engajamento social e inclusivo das empresas.

“O mais importante é o engajamento para que todos (pessoas físicas e órgãos públicos e privados) possam fazer doações do que não for mais usar.  Mas o impacto do seu gesto generoso não para por aí. Ao doar seu computador para o Seven Instituto, você também está contribuindo para a preservação do meio ambiente, disse Cordeiro.”

A reutilização desses equipamentos reduz o descarte inadequado de componentes eletrônicos e promove a sustentabilidade, diminuindo o impacto do planeta.

Se você deseja fazer parte dessa transformação social e ajudar famílias carentes a conquistar um futuro melhor, junte-se a nós! Faça sua doação ao Seven Instituto hoje mesmo e faça a diferença na vida de alguém.

Entre em contato

[email protected] ou pelo celular 65 99275-7575

“Veja Bem MT”

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Conclave para eleição do sucessor do papa inicia em 7 de maio

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Conclave para eleição do sucessor do papa inicia em 7 de maio

Conclave para eleição do sucessor do papa Francisco começará em 7 de maio

O porta-voz do Vaticano informou a data, ao mesmo tempo que o Museu do Vaticano anunciou o fechamento da Capela Sistina, a majestosa sala adornada com os célebres afrescos de Michelangelo, situada no Palácio Apostólico.

Os cardeais participarão de uma missa solene na Basílica de São Pedro no Vaticano na quarta-feira da próxima semana, após a qual aqueles com direito a voto – os que têm menos de 80 anos – se reunirão a portas fechadas para votar em um processo secreto que pode durar vários dias.

O primeiro pontífice latino-americano foi enterrado no sábado, após uma cerimônia solene de despedida na presença de líderes internacionais e de 400.000 pessoas.

Os cardeais foram convocados a Roma para escolher o novo papa. Do total de 135 com direito a voto – porque têm menos de 80 anos -, 80% foram designados por Francisco. Eles vêm de todas as regiões do mundo e muitos não se conhecem.

“Personalidade aberta”

Patricia Spotti espera que o novo pontífice “seja como o papa que faleceu”. “Deve ter uma personalidade aberta para todos”, disse à AFP esta mulher de 68 anos que viajou de Milão a Roma para o Ano do Jubileu, celebrado em 2025.

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Muitos fiéis temem que o novo papa represente um passo atrás em relação ao legado do jesuíta argentino, marcado pela luta contra os abusos sexuais de menores de idade na Igreja, por mais espaço para mulheres e leigos e pela defesa dos pobres e migrantes.

“Nosso desejo é encontrar alguém que se pareça com Francisco, não que seja o mesmo, mas em continuidade”, declarou o cardeal argentino Ángel Sixto Rossi, de 66 anos.

“É difícil dizer como imaginamos o perfil do novo papa”, destacou o cardeal italiano Giuseppe Versaldi, de 83 anos, sem direito a voto. “Tem que haver continuidade, mas também avançar em frente, não apenas repetir o passado”.

O cardeal espanhol José Cobo disse ao jornal El País que não será “nada previsível”.

Como no filme?

O conclave provoca fascínio há vários séculos. O recente filme homônimo do diretor alemão Edward Berger, que venceu em março o Oscar de melhor roteiro adaptado, popularizou ainda mais o evento.

“Mais da metade de nós viveremos nosso primeiro conclave. É uma oportunidade para mostrar ao mundo que filmes como ‘Conclave’ e outros semelhantes não são a realidade”, disse o cardeal espanhol Cristóbal López Romero ao portal oficial Vatican News.

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O filme retrata o processo de eleição de um novo papa, em reuniões a portas fechadas. O relato fictício mostra as tensões entre diversas alas do Vaticano.

Mas as divisões dentro da Igreja não são uma ficção. As reformas impulsionadas por Francisco e seu estilo simples despertaram críticas entre os setores mais conservadores, que apostam em uma mudança mais focada na doutrina.

“Hoje, precisamos de união, não de divisão”, advertiu no domingo o cardeal do Mali Jean Zerbo, de 81 anos, após uma oração dos cardeais diante do túmulo de Francisco.

As apostas

O cardeal alemão Reinhard Marx espera um conclave de “poucos dias”.

Roberto Regoli, professor da Universidade Pontifícia Gregoriana, acredita que não será rápido. “Estamos em um período em que o catolicismo está enfrentando várias polarizações e os cardeais terão que encontrar alguém que saiba forjar uma unidade maior”, disse.

Com os conflitos e as crises diplomáticas no mundo, o italiano Pietro Parolin aparece como um dos favoritos. O cardeal atuou como secretário de Estado com Francisco, depois de ocupar o posto de núncio na Venezuela.

A casa de apostas britânica William Hill o coloca à frente do filipino Luis Antonio Tagle, seguido do cardeal ganês Peter Turkson e do também italiano Matteo Zuppi.

“ISTOÉ”

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