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Jornalista é destaque em MT, por fazer publicidade solidária durante pandemia

Ela anunciou que de forma gratuita, ajudaria os comerciantes a divulgar produtos e serviços em suas páginas nas redes sociais. Foi sucesso.

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Por Joel Teixeira

A jornalista profissional, Luiza Miranda, moradora em Peixoto de Azevedo, a 675 km de Cuiabá, tomou uma atitude empática, durante o mais alto pico da pandemia de coronavírus em Mato Grosso; ela ofereceu seu espaço nas redes sociais para divulgar produtos e serviços de comerciantes do município, sem cobrar pelo trabalho. Após anunciar a oferta, diversos empresários entraram em contato com ela. Luiza vai até as empresas, grava em áudio e vídeo e publica tudo. O TV Notícias teve acesso às publicações, nelas há diversas curtidas e apoio às ações solidárias da profissional.

Sobre ela

Formada em jornalismo em Cuiabá e com 14 anos de experiência, Luiza já trabalhou em tvs e rádios, entre elas a TV Centro América, afiliada à TV Globo. O diferencial da jornalista é a seriedade e o carisma que transmite, dando leveza e credibilidade à cada trabalho.

O TV Notícias quis saber da jornalista sobre o trabalho de publicidade solidária, desenvolvido por ela.

TV Notícias: Luiza, como nasceu essa ideia?

Luiza Miranda: A iniciativa surgiu depois do aumento de casos de covid-19 aqui em minha cidade.

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Aumentaram os decretos, que na minha opinião achei injusto, pois “prejudicava” somente uma parcela do comércio; o noturno.

Pensei como poderia ajudá-los, gravei um vídeo, e disse que faria uma publicidade usando minhas redes sociais e, eles e os amigos poderiam repostar; sem fins lucrativos.

Por fim, acabei ajudando todos que me procuraram, até mesmo alguns comércios grandes. Porém, para esse comércio com mais condições, pedi uma cesta básica, como pagamento que será entregue na próxima semana para ajudar à comunidade mais carente de nossa cidade.

Na próxima semana estou encerrando as publicidades que duraram aproximadamente, 2 semanas e cerca de 20 divulgações.

TV Notícias: Após a grande repercussão, alguém se posicionou contra a sua iniciativa?

Luiza Miranda: Recebi algumas críticas, por estar fazendo de forma gratuita, enquanto outros fazem cobrando. Mas preferi não entrar nesse mérito, disse no primeiro vídeo que iria ajudar a divulgar, mas que os comerciantes não deixassem de continuar divulgando com os que já faziam isso, pois todos precisavam trabalhar.

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TV Notícias: Qual a sensação de poder ajudar?

Luiza Miranda: Fiz minha parte social e de caridade, neste momento tão difícil da pandemia em nossa região. Peço a Deus que tenhamos ânimo e saúde para que tudo isso termine logo e que ninguém passe mais necessidade.

Assista a uma das publicações

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Conclave para eleição do sucessor do papa inicia em 7 de maio

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Conclave para eleição do sucessor do papa inicia em 7 de maio

Conclave para eleição do sucessor do papa Francisco começará em 7 de maio

O porta-voz do Vaticano informou a data, ao mesmo tempo que o Museu do Vaticano anunciou o fechamento da Capela Sistina, a majestosa sala adornada com os célebres afrescos de Michelangelo, situada no Palácio Apostólico.

Os cardeais participarão de uma missa solene na Basílica de São Pedro no Vaticano na quarta-feira da próxima semana, após a qual aqueles com direito a voto – os que têm menos de 80 anos – se reunirão a portas fechadas para votar em um processo secreto que pode durar vários dias.

O primeiro pontífice latino-americano foi enterrado no sábado, após uma cerimônia solene de despedida na presença de líderes internacionais e de 400.000 pessoas.

Os cardeais foram convocados a Roma para escolher o novo papa. Do total de 135 com direito a voto – porque têm menos de 80 anos -, 80% foram designados por Francisco. Eles vêm de todas as regiões do mundo e muitos não se conhecem.

“Personalidade aberta”

Patricia Spotti espera que o novo pontífice “seja como o papa que faleceu”. “Deve ter uma personalidade aberta para todos”, disse à AFP esta mulher de 68 anos que viajou de Milão a Roma para o Ano do Jubileu, celebrado em 2025.

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Muitos fiéis temem que o novo papa represente um passo atrás em relação ao legado do jesuíta argentino, marcado pela luta contra os abusos sexuais de menores de idade na Igreja, por mais espaço para mulheres e leigos e pela defesa dos pobres e migrantes.

“Nosso desejo é encontrar alguém que se pareça com Francisco, não que seja o mesmo, mas em continuidade”, declarou o cardeal argentino Ángel Sixto Rossi, de 66 anos.

“É difícil dizer como imaginamos o perfil do novo papa”, destacou o cardeal italiano Giuseppe Versaldi, de 83 anos, sem direito a voto. “Tem que haver continuidade, mas também avançar em frente, não apenas repetir o passado”.

O cardeal espanhol José Cobo disse ao jornal El País que não será “nada previsível”.

Como no filme?

O conclave provoca fascínio há vários séculos. O recente filme homônimo do diretor alemão Edward Berger, que venceu em março o Oscar de melhor roteiro adaptado, popularizou ainda mais o evento.

“Mais da metade de nós viveremos nosso primeiro conclave. É uma oportunidade para mostrar ao mundo que filmes como ‘Conclave’ e outros semelhantes não são a realidade”, disse o cardeal espanhol Cristóbal López Romero ao portal oficial Vatican News.

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O filme retrata o processo de eleição de um novo papa, em reuniões a portas fechadas. O relato fictício mostra as tensões entre diversas alas do Vaticano.

Mas as divisões dentro da Igreja não são uma ficção. As reformas impulsionadas por Francisco e seu estilo simples despertaram críticas entre os setores mais conservadores, que apostam em uma mudança mais focada na doutrina.

“Hoje, precisamos de união, não de divisão”, advertiu no domingo o cardeal do Mali Jean Zerbo, de 81 anos, após uma oração dos cardeais diante do túmulo de Francisco.

As apostas

O cardeal alemão Reinhard Marx espera um conclave de “poucos dias”.

Roberto Regoli, professor da Universidade Pontifícia Gregoriana, acredita que não será rápido. “Estamos em um período em que o catolicismo está enfrentando várias polarizações e os cardeais terão que encontrar alguém que saiba forjar uma unidade maior”, disse.

Com os conflitos e as crises diplomáticas no mundo, o italiano Pietro Parolin aparece como um dos favoritos. O cardeal atuou como secretário de Estado com Francisco, depois de ocupar o posto de núncio na Venezuela.

A casa de apostas britânica William Hill o coloca à frente do filipino Luis Antonio Tagle, seguido do cardeal ganês Peter Turkson e do também italiano Matteo Zuppi.

“ISTOÉ”

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