O nome colunista chegou aos assuntos mais comentados do Twitter.

Internautas passam a exigir demissão de Léo Dias após polêmica com Klara Castanho

Publicado em

GERAL

Leo Dias teve seu nome envolvido em mais uma polêmica nesse final de semana, que fez com que vários internautas se virassem contra o colunista e pedissem pela demissão dele.

As manifestações da web aconteceram depois do desabafo da atriz Klara Castanho que, por meio de uma carta aberta em seu Instagram, expôs um caso de violência sexual que sofreu, resultando também em uma gravidez indesejada.

Na última quarta-feira (22), Léo Dias compareceu ao The Noite, do SBT, e, questionado por Danilo Gentili, contou, sem citar nomes, uma fofoca grande não publicada envolvendo uma atriz da Globo. Na entrevista, ele disse “o karma vai chegar”, acrescentando que, para ele, a atriz teria feito algo errado.

Mais informações sobre o mesmo caso foram divulgadas posteriormente e, diante de muita especulação envolvendo seu nome, Klara Castanho se pronunciou sobre o caso e confirmou que se tratava dela.

Na web, muitos internautas se revoltaram com Léo Dias por expor um momento tão íntimo e difícil na vida da atriz. No Instagram, o colunista teve que desativar os comentários da publicação referente ao caso. No entanto, usuários da rede deixaram seu posicionamento contra o jornalista em outros posts de seu perfil e muitos famosos deixaram de segui-lo.

No Twitter, o Léo Dias foi cancelado por várias pessoas, que pediram ao Metrópoles a demissão do colunista, dizendo que isso era “o mínimo” que ele merecia.

Leia Também:  OAB suspende 6 advogados por condutas irregulares

“Sinceramente, o que eu desejo pro Léo Dias é uma demissão e vergonha de sair de casa. Depois, que ele se torne obsoleto. Que todo mundo esqueça que um dia existiu. Que ninguém se importe com o que ele diz ou deixa de dizer. E uma multa por danos morais que o faça falir”, escreveu uma internauta.

Apoio

A carta aberta em queKlara Castanho conta que foi estuprada, engravidou e entregou a criança à adoção parou a web no último sábado (25). Muitos famosos, amigos e familiares da atriz decidiram se pronunciar e prestar apoio à menina de 21 anos.

O pai da ex-atriz mirim, Claudio Castanho, usou seu Stories do Instagram para apoiar a filha. Ele compartilhou uma foto antiga em que aparece na praia com Klara e Lucas (irmão mais novo da atriz) no colo.

“Estarei com vocês até o fim da minha vida”, legendou o pai da artista.

Quem também dedicou uma mensagem à Klara foi Paolla Oliveira, que, em 2019, foi mãe da morena na novela ‘Amor à Vida’.

“Filhota, você é muito especial e eu estarei sempre ao seu lado. Você é maior do que qualquer um ou uma que queira se promover ou promover o ódio com seu nome. Amo você. Sinta meu abraço. Sinta-se acolhida por todos que te respeitam. É o que importa sempre, focar no respeito, amor e na justiça”, escreveu Paolla em seu perfil oficial do Twitter.

Entenda

No último sábado (25), Klara Castanho usou as redes sociais para se pronunciar à respeito de rumores que ela estaria grávida. Com um relato fortíssimo, Klara, de apenas 21 anos, revelou que foi estuprada e que, sem saber que estava grávida, deu à luz uma criança que, por se considerar incapaz de cuidar, decidiu entregar à adoção.

Leia Também:  Juiz suspende leilão de resort de luxo com possível ligação a lavagem de dinheiro do PCC

Ainda na carta aberta, Klara Castanho revelou que tomou a atitude que considerava mais humana, já que não conseguiria criar e amar uma criança que havia sido gerada a partir do momento que, na verdade, destruiu sua vida.

“Eu ainda estava juntando os cacos quando tive que lidar com a informação de ter um bebê. Um bebê fruto de uma violência que me destruiu como mulher. Eu não tinha (e não tenho) condições emocionais de dar para essa criança o amor, o cuidado e tudo o que ela merece ter”, desabafou.

E revelou: “[…] Ser pai e/ou mãe não depende tão somente da condição econômico-financeira, mas da capacidade de cuidar. Ao reconhecer a minha incapacidade, eu optei por essa entrega consciente e que deveria ser segura”.

“Como mulher, eu fui violentada primeiramente por um homem e, agora, sou reiteradamente violentada por tantas outras pessoas que me julgam. Ter que me pronunciar sobre uma assunto tão íntimo e doloroso me faz ter que continuar vivendo essa angústia que carrego todos os dias”.

“O Segredo “

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

GERAL

Conclave para eleição do sucessor do papa inicia em 7 de maio

Publicados

em

Conclave para eleição do sucessor do papa inicia em 7 de maio

Conclave para eleição do sucessor do papa Francisco começará em 7 de maio

O porta-voz do Vaticano informou a data, ao mesmo tempo que o Museu do Vaticano anunciou o fechamento da Capela Sistina, a majestosa sala adornada com os célebres afrescos de Michelangelo, situada no Palácio Apostólico.

Os cardeais participarão de uma missa solene na Basílica de São Pedro no Vaticano na quarta-feira da próxima semana, após a qual aqueles com direito a voto – os que têm menos de 80 anos – se reunirão a portas fechadas para votar em um processo secreto que pode durar vários dias.

O primeiro pontífice latino-americano foi enterrado no sábado, após uma cerimônia solene de despedida na presença de líderes internacionais e de 400.000 pessoas.

Os cardeais foram convocados a Roma para escolher o novo papa. Do total de 135 com direito a voto – porque têm menos de 80 anos -, 80% foram designados por Francisco. Eles vêm de todas as regiões do mundo e muitos não se conhecem.

“Personalidade aberta”

Patricia Spotti espera que o novo pontífice “seja como o papa que faleceu”. “Deve ter uma personalidade aberta para todos”, disse à AFP esta mulher de 68 anos que viajou de Milão a Roma para o Ano do Jubileu, celebrado em 2025.

Leia Também:  Tóquio: Brasil vence na prorrogação e é bicampeão olímpico no futebol

Muitos fiéis temem que o novo papa represente um passo atrás em relação ao legado do jesuíta argentino, marcado pela luta contra os abusos sexuais de menores de idade na Igreja, por mais espaço para mulheres e leigos e pela defesa dos pobres e migrantes.

“Nosso desejo é encontrar alguém que se pareça com Francisco, não que seja o mesmo, mas em continuidade”, declarou o cardeal argentino Ángel Sixto Rossi, de 66 anos.

“É difícil dizer como imaginamos o perfil do novo papa”, destacou o cardeal italiano Giuseppe Versaldi, de 83 anos, sem direito a voto. “Tem que haver continuidade, mas também avançar em frente, não apenas repetir o passado”.

O cardeal espanhol José Cobo disse ao jornal El País que não será “nada previsível”.

Como no filme?

O conclave provoca fascínio há vários séculos. O recente filme homônimo do diretor alemão Edward Berger, que venceu em março o Oscar de melhor roteiro adaptado, popularizou ainda mais o evento.

“Mais da metade de nós viveremos nosso primeiro conclave. É uma oportunidade para mostrar ao mundo que filmes como ‘Conclave’ e outros semelhantes não são a realidade”, disse o cardeal espanhol Cristóbal López Romero ao portal oficial Vatican News.

Leia Também:  Seven Instituto e a inclusão digital

O filme retrata o processo de eleição de um novo papa, em reuniões a portas fechadas. O relato fictício mostra as tensões entre diversas alas do Vaticano.

Mas as divisões dentro da Igreja não são uma ficção. As reformas impulsionadas por Francisco e seu estilo simples despertaram críticas entre os setores mais conservadores, que apostam em uma mudança mais focada na doutrina.

“Hoje, precisamos de união, não de divisão”, advertiu no domingo o cardeal do Mali Jean Zerbo, de 81 anos, após uma oração dos cardeais diante do túmulo de Francisco.

As apostas

O cardeal alemão Reinhard Marx espera um conclave de “poucos dias”.

Roberto Regoli, professor da Universidade Pontifícia Gregoriana, acredita que não será rápido. “Estamos em um período em que o catolicismo está enfrentando várias polarizações e os cardeais terão que encontrar alguém que saiba forjar uma unidade maior”, disse.

Com os conflitos e as crises diplomáticas no mundo, o italiano Pietro Parolin aparece como um dos favoritos. O cardeal atuou como secretário de Estado com Francisco, depois de ocupar o posto de núncio na Venezuela.

A casa de apostas britânica William Hill o coloca à frente do filipino Luis Antonio Tagle, seguido do cardeal ganês Peter Turkson e do também italiano Matteo Zuppi.

“ISTOÉ”

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA