Educação

País tem mais de 120 concursos abertos para preencher quase 5 mil vagas; veja lista

Há oportunidades para todos os níveis de escolaridade, com salários que chegam a R$ 32.004,65. No processo seletivo aberto pelo Exército, são 1.100 vagas.

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Pelo menos 122 concursos públicos estão com inscrições abertas no país nesta segunda-feira (12). São 4.929 vagas em disputa, com salários que chegam a R$ 32.004,65, como na seleção para promotor de justiça adjunto no Distrito Federal.

Há cargos disponíveis para todos os níveis de escolaridade. Além de vagas para preenchimento após o término do processo seletivo, há oportunidades para formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso.

No processo seletivo aberto pelo Exército, por exemplo, são 1.100 vagas para a Escola de Sargentos das Armas. Veja aqui o edital.

O Departamento Penitenciário Nacional (Depen) do Ministério da Justiça tem 107 vagas para profissionais de nível superior na área de engenharia e arquitetura. Os salários variam de R$ 6.242,41 a R$ 8.293,82. Veja aqui o edital.

Nesta segunda-feira, pelo menos 14 concursos, que somam 395 vagas, abrem o prazo de inscrições. Os salários chegam a R$ 11.509,57, como na vaga de médico geral comunitário em Apiúna (SC). Veja abaixo:

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Câmara Municipal de Porto Feliz (SP)

  • Inscrições: até 26/04/2021
  • 1 vaga
  • Salário de até R$ 1.845,24
  • Cargo de nível fundamental

Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto (SP)

  • Inscrições: até 15/04/2021
  • 1 vaga
  • Salário de até R$ 4.125,00
  • Cargo de nível superior

Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS)

  • Inscrições: 22/04/2021
  • 1 vaga
  • Salário de R$ 6,41/hora
  • Cargo de nível superior

Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS)

  • Inscrições: até 16/04/2021
  • 1 vaga
  • Salário de R$ 6,41/hora
  • Cargo de nível superior

 

 

Prefeitura de Alvarães (AM)

  • Inscrições: até 13/04/2021
  • 127 vagas
  • Salários de até R$ 1.443,12
  • Cargos de nível superior

 

 

Prefeitura de Apiúna (SC)

  • Inscrições: até 12/05/2021
  • 1 vaga
  • Salário de até R$ 11.509,57
  • Cargo de nível superior

 

Prefeitura de Arcos (MG)

  • Inscrições: até 13/04/2021
  • 2 vagas
  • Salários de até R$ 2.169,74
  • Cargos de nível superior

 

 

Prefeitura de Quirinópolis (GO)

  • Inscrições: até 15/04/2021
  • 33 vagas
  • Salários de até R$ 1.141,00
  • Cargos para alfabetizados
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Prefeitura de Rio do Campo (SC)

 

 

  • Inscrições: 12/04/2021
  • 1 vaga
  • Cargo de nível superior

 

 

Secretaria da Fazenda do Piauí (Sefaz-PI)

 

 

  • Inscrições: até 29/04/2021
  • 40 vagas
  • Salários de até R$ 4.500,00
  • Cargos de nível superior

 

 

Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Lajinha (SAAE-MG)

 

 

  • Inscrições: até 11/05/2021
  • 6 vagas
  • Salários de até R$ 1.868,37
  • Cargos de nível fundamental, médio e superior

 

Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Brusque (Samae)

 

 

  • Inscrições: até 15/04/2021
  • 3 vagas
  • Salários de até R$ 2.213,03
  • Cargos de nível médio

 

 

Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO)

 

 

  • Inscrições: até 28/04/2021
  • 175 vagas
  • Salários de até R$ 5.728,69
  • Cargos de nível médio e superior

 

 

Universidade Federal do Piauí (UFPI)

  • Inscrições: até 20/04/2021
  • 3 vagas
  • Salários de até R$ 3.130,85
  • Cargos de nível superior

´´G1/Globo“

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Educação

Prefeitura proíbe uso de celulares em sala de aula e no recreio

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Por Vinicius Lisboa

A Prefeitura do Rio de Janeiro publicou nesta sexta-feira (2) decreto que restringe o uso de celulares nas escolas da rede municipal. Segundo a publicação assinada pelo prefeito, Eduardo Paes, os dispositivos só poderão ser usados antes da primeira aula e após a última, à exceção de casos especiais.

O decreto já entrou em vigor, mas seus efeitos passam a valer após 30 dias, segundo o texto. A Secretaria Municipal de Educação ainda precisará editar ato normativo para regulamentar a medida.

Proibição no recreio

A proibição do uso de celulares vale para dentro de sala de aula e também os intervalos entre as aulas, incluindo o recreio. Apenas na Educação de Jovens e Adultos será permitido o uso de celulares nos intervalos.

O decreto orienta que os celulares e demais dispositivos eletrônicos deverão ser guardados na mochila ou bolsa do próprio aluno, desligado ou ligado em modo silencioso e sem vibração. Apesar disso, a publicação deixa margem para que a equipe da escola adote outra estratégia de preferência.

Caso haja desrespeito à proibição, o decreto autoriza os professores a advertir os alunos e cercear o uso dos dispositivos em sala de aula.

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Exceções

Apesar da proibição, os professores podem propor a utilização dos celulares e dispositivos eletrônicos para fins pedagógicos, como pesquisas, leituras ou acesso a outros materiais educativos.

Os alunos com deficiência ou com condições de saúde que necessitam destes dispositivos para monitoramento ou auxílio de sua necessidade também têm autorização para mantê-los em funcionamento na escola.

O uso também pode ser liberado quando a cidade estiver classificada nos estágios operacionais 3, 4 e 5 pelo Centro de Operações da Prefeitura do Rio. Isso ocorre em situações que causam impacto na rotina da cidade, como temporais que provocam alagamentos e incidentes graves de trânsito ou segurança pública.

Consulta pública

Antes de a prefeitura publicar o decreto, a Secretaria Municipal de Educação realizou uma consulta pública sobre a proibição, que contou com mais de 10 mil contribuições.

Segundo a secretaria, o resultado foi de 83% de respostas a favor, 6% contrárias e 11% parcialmente favoráveis.

Na época, o secretário municipal de educação, Renan Ferreirinha, destacou a relevância do resultado. “São números que mostram o grande interesse por essa discussão e o quanto a sociedade está consciente da importância e urgência que esse problema precisa ser enfrentado”.

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Apesar disso, especialistas ouvidos pela reportagem no lançamento da consulta pública avaliaram a proibição com ponderações. A pedagoga Rosemary dos Santos, pesquisadora da Faculdade de Educação da Baixada Fluminense, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), acredita que é mais importante trazer a discussão do uso desses dispositivos para a escola.

“O aluno vai usar em todos os lugares, menos na escola? Que lugar é esse da escola que abre mão de discutir o que é vivenciado por todo mundo? O uso excessivo não se dá porque o aluno usa o celular na escola, mas sim porque ele usa em todo lugar. As questões que emergem a partir desse uso precisam ser problematizadas em sala de aula. Não é o uso na escola que pode gerar depressão ou que pode levar o aluno a conteúdos inadequados. É o uso na sociedade. E a escola é um local adequado para essa discussão. Se o excesso de uso de tela gera problemas, a escola precisa discutir,” explicou.

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