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Irmã de Deolane chora após mãe ser associada ao tráfico de drogas

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Daniele Bezerra foi ao Instagram para reclamar sobre as notícias de sua mãe, Solange Bezerra, que segue presa em Recife (PE)

A vida não está nada fácil para a família Bezerra. Dessa vez, Daniele Bezerra, irmã de Deolane, chorou no Instagram ao comentar notícias sobre a sua mãe, Solange, que segue presa em Recife (PE). A matriarca, de acordo com o Portal LeoDias, é acusada de ter ligação com o tráfico de drogas.

O titular do portal publicou que o processo da operação da Integration relatava que Solange tinha uma renda mensal de R$ 10 mil, mas movimentou, em um único mês, mais de R$ 478 mil. Os documentos ainda informam que ele é “envolvida em mídia negativa juntamente com suas sócias citando supostas atividades relacionadas a tráfico de drogas e sonegação fiscal”.

Com a notícia, Daniele Bezerra não se segurou e foi às lágrimas em vídeo no Instagram. “Isso é um absurdo muito grande. Quem está aqui falando não é mais a Dra. Daniele, é a Daniele mãe, filha e irmã, quem está aqui falando para vocês é uma pessoa desesperada que sabe que já errou de gritar demais e falar muito, porque só quem tem uma mãe presa sabe. Minha mãe está presa e é inocente. Agora ainda sai matéria falando uma coisa dessas de tráfico de drogas”, declarou.

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Daniele pediu para que as notícias parem e que não aguenta mais ler esse tipo de coisa na internet. “Se um dia vocês tiverem uma mãe presa, vocês vão gritar, vão falar coisas que não queriam pelo desespero de ter uma mãe presa, ainda mais com uma notícia dessas”, pontuou.

Por fim, ela ressaltou a história de Solange Bezerra. “Minha mãe é uma pobre coitada que com 20 anos tinha três filhas, saiu do interior de Pernambuco e trabalhou de faxineira, arrumadeira, vendedora, tudo que era possível para criar nós três, não para acontecer o que está acontecendo. Me perdoem se me excedi, é minha mãe que está presa”, encerrou.

“Metrópoles”

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Bebida foi batizada com metanol para “transformar uma garrafa em duas”, diz Padi

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, explicou que a contaminação por metanol nas bebidas alcoólicas teria ocorrido no pós produção, e revelou que o antídoto importado, chamado fomepizol, deve chegar nesta semana, durante entrevista à TV Fórum nesta segunda-feira (6).

Padilha explicou que tudo indica que a adulteração ocorre após a produção, o que dificulta a retirada preventiva dos lotes. “Quando o crime acontece na produção, é possível rastrear o lote e retirar de circulação. Mas, neste caso, tudo sugere que a adulteração é posterior”, afirmou, ressaltando que o objetivo dos criminosos é “transformar uma garrafa em duas”.

Ele destacou ainda que o governo já garantiu o estoque de antídoto contra o metanol, após uma operação emergencial de compra. Foram adquiridas doses de etanol farmacêutico e fomepizol, medicamento de uso raro que precisou ser importado com apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

“Não é um medicamento de circulação mundial. Tivemos que contatar o produtor e fazer a encomenda de forma emergencial, de sexta para sábado. A expectativa é que o fomepizol chegue nesta semana”, explicou o ministro.

O antídoto será distribuído em centros regionais de referência espalhados pelo país, com nove unidades em São Paulo.

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As vigilâncias sanitárias seguem realizando visitas e apreensões de bebidas suspeitas em bares, mercados e distribuidoras. Em alguns casos, as polícias civil e federal têm feito o encaminhamento e a destruição das garrafas apreendidas, após os testes laboratoriais.

Padilha também respondeu sobre a conversa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, a respeito das sanções sofridas pelo país, por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e figuras públicas, como ele próprio e sua família, que foram impedidos de renovar vistos.

Ele destacou que as medidas dos EUA tiveram o efeito contrário ao pretendido, dando ainda mais visibilidade internacional ao Brasil, minutos antes de ser divulgada que a conversa de Lula e Trump havia sido feita nesta segunda.

“Eu sempre vejo o diálogo e a negociação como algo positivo. O que fizeram comigo foi um tiro pela culatra, porque conseguimos ter mais visibilidade ainda no evento da Opas”, afirmou o ministro, em referência à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Padilha disse que, após o episódio, recebeu solidariedade de cou.olegas e ministros de outros países, e que a intervenção brasileira ganhou destaque durante a conferência internacional. “Vários colegas entraram em contato conosco. A intervenção teve uma visibilidade ainda maior no plenário, e vamos continuar fazendo as agendas com a Opas. Esta semana irei para outras agendas, na Europa e na China, fortalecendo nossas parcerias”, complet

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