POLÍTICA
Trump ordena pausa na ajuda militar dos EUA à Ucrânia
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O presidente Donald Trump ordenou uma pausa na ajuda militar dos Estados Unidos à Ucrânia, após a discussão que teve na semana passada com o colega ucraniano, Volodymyr Zelensky, informou nesta segunda-feira um funcionário da Casa Branca.
“Estamos fazendo uma pausa e revisando a nossa ajuda, para garantir que ela esteja contribuindo para uma solução”, disse a fonte, acrescentando que os Estados Unidos precisam que seus parceiros “também se comprometam a alcançar o objetivo” da paz.
Segundo a imprensa americana, a decisão foi tomada hoje, após uma reunião na Casa Branca entre os chefes da Defesa, Pete Hegseth, e da diplomacia, Marco Rubio, e os principais assessores do presidente Trump. “Não é um fim permanente da ajuda, é uma pausa”, ressaltou outro funcionário americano, citado pelo canal Fox News.
A ajuda militar dos Estados Unidos foi aprovada durante o governo de Joe Biden. Segundo o Departamento de Estado americano, o país ofereceu “US$ 65,9 bilhões em assistência militar” à Ucrânia desde 24 de fevereiro de 2022.
“ISTOÉ”
POLÍTICA
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Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

