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VÍDEO: Vereador acredita em boato da internet e ameaça prender Pabllo Vittar
Durante sessão da Câmara em Ponta Grossa, ele leu um texto fake atribuído a Jean Wyllys e Pabllo Vittar
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O vereador e pastor Ezequiel Bueno (PRB) fez um discurso na Câmara Municipal de Ponta Grossa, no Paraná, para ameaçar de prisão a cantora Pabllo Vittar, que irá se apresentar na cidade durante a 28ª München Fest, que acontece em dezembro deste ano.
Se baseando em uma notícia falsa divulgada na internet, que dizia que Pabllo e o deputado federal Jean Willys (PSOL-RJ) fariam “uma turnê pelas escolas do Brasil ensinando as crianças sobre diversidade sexual”, Bueno disse não aceitaria “esse tipo de show” em Ponta Grossa, pois é uma “cidade família, uma cidade conservadora”.
“Quero lamentar por que vão trazer essa pessoa [Pabllo Vittar] para Ponta Grossa, em uma cidade família. Em uma cidade que brigamos no plano de educação para tirar ideologia de gênero nas escolas. Em uma cidade que somos conservadores, pais, mães e trabalhadores”, disse o político em seu discurso. “Quem quiser ir no show pode ir sem problema, desde que não seja com o meu dinheiro. E acho que vai pouca gente. Mas se inventar de sair na rua ou nas escolas, eu vou prender. Mesmo que depois eu seja preso por abuso de autoridade, como já falei e falo de novo. Não vamos deixar isso acontecer.”
Ezequiel Bueno ainda falou que irá cobrar explicações da vice-prefeita da cidade e presidente da Fundação Municipal de Turismo, Elizabeth Schmidt (PSB), sobre os recursos públicos e privados utilizados na festa.
Além de Pabllo Vittar, a 28ª München Fest terá shows de nomes como Henrique & Juliano, Capital Inicial, Anitta, Felipe Araújo, e Thaeme & Thiago.
Fonte: Capricho
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Governo desmente notícia de que arroz importado é de plástico ou contaminado
BRASÍLIA – O Ministério da Agricultura desmentiu nesta quarta-feira, 29, em nota, uma notícia falsa de que o arroz importado está contaminado ou é de plástico. Segundo a pasta, as alegações são mentirosas. “O Ministério da Agricultura fiscaliza alimentos que entram no País, e o edital da Conab especifica o tipo de arroz a ser adquirido”, esclarece a pasta.
O ministério lembrou que a autorização do governo para a importação de até 1 milhão de toneladas de cereal beneficiado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) visa garantir o abastecimento alimentar em todo o território nacional, que poderia ser comprometido pelos impactos das enchentes à produção gaúcha.
“Diante dessas medidas, produtores de desinformação criaram narrativas inverídicas sobre o produto a ser importado. Dentre esses boatos, existe a alegação de que o arroz importado seria contaminado por vermes, vírus ou outros parasitas nocivos ao ser humano. A legislação brasileira e os acordos internacionais para o trânsito de produtos vegetais e insumos agrícolas entre países estabelecem regras para garantia da qualidade, segurança e conformidade dos produtos, bem como a avaliação do risco de disseminação de pragas”, esclareceu o ministério.
A governo ressaltou que, no Brasil, a fiscalização e o controle são feitos por meio do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Ministério da Agricultura. “Os procedimentos e exigências fitossanitárias são específicos para cada tipo de mercadoria, incluindo sementes e mudas, bebidas, alimentos e insumos agropecuários”, acrescentou.
Segundo o ministério, também é mentira que o arroz importado seria “de plástico”. “O aviso de compra pública divulgado pela Conab para aquisição do grão é explícito ao especificar como objeto ‘arroz beneficiado, polido, longo fino, tipo 1, safra 2023/2024′?, diz a nota.
A oferta de arroz no País, segundo o governo, é regulamentada pela instrução normativa 6/2009. A norma reconhece apenas grãos provenientes da espécie Oryza sativa L. e classifica o produto em dois grupos: arroz em casca (natural ou parbolizado) e arroz beneficiado (integral, polido, parbolizado integral e parbolizado polido).
Supermercados
O governo federal estima que o arroz que será importado pela Conab deve chegar às gôndolas dos supermercados em até 40 dias, segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.
“O tempo de chegada vai depender do local do fornecedor do arroz, porque, se vier da Ásia, demora um pouco mais que o dos players do Mercosul. Acredito que em 30 a 40 dias esse arroz estará nas gôndolas dos supermercados ao consumidor”, disse Fávaro, em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro da EBC.
O arroz importado pelo governo será comercializado a R$ 20 por pacote de 5kg, com identificação do governo federal, embalado na origem e preço tabelado, segundo Fávaro. O arroz a ser comprado será o agulhinha tipo 1.
“A medida provisória do Executivo autorizou compra de até 1 milhão de toneladas. Iremos comprar somente o necessário até o mercado se estabilizar mantendo níveis razoáveis de preço ao consumidor”, afirmou. Segundo ele, não haverá racionamento na quantidade de venda por consumidor.
O ministro refutou a ideia de que a medida para importação do arroz pelo governo seja intervenção estatal. “O governo não quer intervir no mercado, mas o mercado deve voltar logo ao preço justo com o combate à especulação. Estamos longe de qualquer intervenção, até porque se o Brasil produz em torno de 10,5 milhões de toneladas de arroz, 300 mil toneladas não farão intervenção”, defendeu.
Ele também disse que o governo não planeja afrontar os produtores com a medida. “Sabemos que o Rio Grande do Sul tem estoque suficiente e não há risco de desabastecimento, mas o governo precisa coibir a especulação. O preço do arroz subiu de 30% a 40% em um mês, o que é inconcebível. Não precisaríamos importar se tivesse situação normal”, disse.
“MSN”

