POLÍTICA
Ricardo Salles aguarda Tarcísio para definir candidatura em 2026
POLÍTICA
Atual deputado tem opiniões divididas sobre qual cargo tentar no ano que vem

O ex-ministro de Meio Ambiente do governo Bolsonaro, Ricardo Salles, é um dos nomes que o partido Novo pretende lançar nas eleições de 2026. Porém, a definição do cargo ao qual Salles deve concorrer está ligada à decisão sobre o futuro político do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.
Em uma eventual candidatura de Tarcísio à Presidência da República, Salles deverá ser lançado pelo Novo para disputar o governo paulista. O partido avalia que o ex-ministro pode ser competitivo se enfrentar adversários como Márcio França (PSB), Alexandre Padilha (PT) ou Gilberto Kassab (PSD).
Caso Tarcísio decida concorrer à reeleição em São Paulo, Salles focará na disputa por uma das vagas no Senado. Em 2026, cada estado elegerá dois senadores. Nesta situação, o Novo deverá apoiar o atual governador paulista na campanha à reeleição.
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

