POLÍTICA
Plano golpista, “X” suspenso, atentado ao STF: o que marcou o ano no Judiciário
POLÍTICA
Retrospectiva da CNN lembra principais momentos na política brasileira em ano marcado por operações da PF e julgamentos
Diversos julgamentos e decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) repercutiram no noticiário brasileiro em 2024.
Um exemplo é o conflito entre o ministro do STF Alexandre de Moraes e o bilionário americano Elon Musk, que resultou no bloqueio da rede social X (antigo Twitter) no Brasil por mais de um mês.
Houve também a condenação dos assassinos da vereadora Marielle Franco e a prisão do ex-jogador Robinho, acusado de participação em um estupro coletivo.
No final do ano, a Polícia Federal (PF) finalizou as investigações sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado em 2022, o que resultou no indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e mais 39 pessoas.
Além disso, a Praça dos Três Poderes foi palco de um atentado. Em novembro, um homem tentou atirar explosivos no prédio da Suprema Corte.
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

