Pesquisa
Pesquisa exclusiva: piora a avaliação do governo Bolsonaro
POLÍTICA
Aumentou a insatisfação da população com o governo Jair Bolsonaro (sem partido), de acordo com levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta quinta-feira, 26. Segundo dados do instituto, a soma das avaliações ruim e péssima passou de 45,6% em junho para 47,5% nos resultados mais recentes.
Os índices de ótimo e bom caíram de 31,6% para 30,4% entre os dois levantamentos. A avaliação regular passou de 21,5% para 21,3%. Já o índice dos que não souberam ou não opinaram passou de 1,4% para 0,7%
A desaprovação ao governo Bolsonaro também avançou entre junho e julho: passou de 53,8% para 55,9%. Enquanto isso, o número de pessoas que aprovam a gestão do presidente caiu de 42% para 40%. Não souberam ou não opinaram 4,1% dos entrevistados (contra 4,3% em julho).
Na corrida eleitoral, Bolsonaro tem segundo maior índice de rejeição entre os nomes apresentados na consulta: 53,3% disseram que não votariam de jeito nenhum nele, atrás apenas do governador João Doria (PSDB), que teve 58,7%.
Contratada pelo PSL, a pesquisa também testou o nome do apresentador José Luiz Datena em uma eventual disputa eleitoral. Ele fica atrás somente de Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro, que têm ampla vantagem.
O instituto ouviu 2.010 pessoas entre os dias 24 e 28 de julho em 26 estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de 2% para os resultados gerais.
“Veja”
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

