POLÍTICA
Oposição pedirá impeachment de Barroso após críticas ao bolsonarismo
POLÍTICA
Deputados do Partido Liberal anunciaram que vão pedir o impeachment do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Roberto Barroso por declarações contrárias a apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Durante discurso no 59º Congresso da UNE (União Nacional dos Estudantes), na 4ª feira (12.jul), Barroso disse ter lutado “contra a Ditadura e contra o bolsonarismo” ao ser vaiado pela plateia. “Nós vencemos o bolsonarismo”, completou.
Pelo Twitter, deputados do PL acusaram o magistrado da prática de atividade político-partidária, vedada a ministro do Supremo.
Leia algumas manifestações:
- Nikolas Ferreira (PL-MG):
- Carlos Jordy (PL-RJ):
- Júlia Zanatta (PL-SC):
- Bia Kicis (PL-DF):
HISTÓRICO
Essa não é a 1ª vez que Barroso se manifesta contra o bolsonarismo. Em novembro de 2022, depois da vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas urnas, o ministro do STF foi abordado por um manifestante em Nova York (EUA) que o questionou sobre o código-fonte das urnas eletrônicas –tema recorrente entre os apoiadores de Bolsonaro. Na época, o magistrado respondeu: “Perdeu, mané, não amola”.
Alguns meses antes, em junho do mesmo ano, Barroso foi hostilizando por um homem nos EUA, quando estava em Harvard para palestrar. O ministro foi chamado de “demônio” e “boquinha de veludo”.
“Poder360”
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

