POLÍTICA
Inquérito de Pazuello no STF pressiona CPI, e Pacheco quer ouvir líderes antes de decidir sobre instalação
Presidente do Senado diz que quer ouvir líderes para avaliar se há clima para comissão em meio à vacinação contra a Covid-19.
POLÍTICA
Por Andréia Sadi
As novas diligências autorizadas pelo ministro Ricardo Lewandowski no inquérito que apura a conduta de Eduardo Pazuello à frente do Ministério da Saúde levaram senadores nesta segunda-feira (15), nos bastidores, a reforçar a cobrança no Senado por uma CPI da Saúde.
Ao blog, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), disse nesta terça-feira (16) que vai ouvir os líderes na quinta-feira (18) para sentir se há clima para uma comissão em meio à discussão da vacinação.
“São duas coisas: primeiro, é bom sentir a impressão dos líderes. Embora seja prerrogativa do presidente do Senado, quero ouvir os líderes. Se tiver o mínimo de risco de atrapalhar a vacinação, temos de fazer uma reflexão. Segundo ponto é que, se sentirem que existe espaço, vamos discutir a questão prática do funcionamento da CPI em meio à pandemia, com os trabalhos remotos”, disse.
Pacheco lembrou do caso da CPI da fakenews que, por conta da pandemia, está com os trabalhos suspensos já que os parlamentares não conseguem se reunir presencialmente para as reuniões.
Sobre o inquérito no STF, Pacheco afirmou que é importante o STF examinar o conteúdo do inquérito.
No Planalto, segundo o blog apurou, a avaliação é de que Pazuello vai “pagar o preço” de ter executado a política de Bolsonaro - e não pode ser trocado agora exatamente porque ele blinda o presidente de críticas e cobranças institucionais, seja via Supremo, seja via Congresso.
No Planalto, segundo o blog apurou, a avaliação é de que Pazuello vai “pagar o preço” de ter executado a política de Bolsonaro- e não pode ser trocado agora exatamente porque ele blinda o presidente de críticas e cobranças institucionais- seja via STF, seja via Congresso.
´´G1/Globo“
POLÍTICA
Trump diz que EUA e Irã têm “pontos de concordância” após conversas
Presidente americano afirma que conversas com Teerã avançam e abre caminho para acordo

Trump disse que as conversas iniciadas no domingo (22) continuariam nesta segunda-feira (23) e que, se as negociações prosseguissem de forma produtiva, um acordo poderia ser fechado em breve.
O presidente acrescentou que seu enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, e seu genro, Jared Kushner, participaram das negociações.
Mais cedo, Trump afirmou ter dado ordens para adiar qualquer ataque militar a usinas iranianas por cinco dias, poucas horas antes de um prazo que poderia levar a uma escalada maior no conflito, que já entra na quarta semana.
“Estamos fazendo um período de cinco dias, vamos ver como isso se desenrola. Se der certo, vamos resolver a situação. Caso contrário, continuamos atacando sem parar”, declarou.
Ele afirmou que qualquer acordo exigiria que o Irã não obtenha uma bomba nuclear — “Queremos ver nenhuma bomba nuclear, nenhuma arma nuclear” — e também que os EUA fiquem com o urânio altamente enriquecido do país.
“O pó nuclear. Nós vamos querer isso. E acho que vamos conseguir. Concordamos com isso”, afirmou

