LAVANDERIA
Operação mira empresas acusadas de lavar R$ 135 milhões da milícia comandada por Zinho
POLÍCIA
Por Marcio Dolzan
Uma operação da Polícia Civil e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público (Gaeco/MPRJ) deflagrada na manhã desta quarta-feira, 28, mira empresas acusadas de atuar na lavagem de dinheiro da maior milícia do Rio, comandada por Luís Antonio da Silva Braga, o Zinho, que está preso desde o fim do ano passado. A suspeita é de que o grupo tenha movimentado R$ 135 milhões entre 2017 e 2023.
Os agentes estão nos bairros da Barra da Tijuca, Recreio dos Bandeirantes, Campo Grande e Santa Cruz, na capital fluminense, além do município de Seropédica, de acordo com a polícia. O MP-RJ também cita endereços nos bairros de Paciência, Guaratiba, Cosmos e Vargem Grande.
Trata-se da primeira grande operação realizada no Rio com apoio do Comitê de Inteligência Financeira e Recuperação de Ativos (Cifra), força-tarefa que reúne Polícia Civil e representantes de outros órgãos e instituições estaduais e federais. O foco é o combate a crimes financeiros e lavagem de dinheiro envolvendo facções do tráfico e milícias.
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Os mandados que autorizaram a operação desta quarta-feira incluem também a interdição das empresas suspeitas, além do bloqueio de bens móveis e imóveis.
Considerado o maior miliciano do Rio, Zinho se entregou à Polícia Federal na véspera do Natal do ano passado. Desde então, estava em uma cela isolada no presídio de Bangu 1, unidade de segurança máxima do Complexo de Gericinó. Na semana passada, a Justiça atendeu a um pedido da Promotoria e determinou a transferência do miliciano para um presídio federal. O Estadão ainda não conseguiu localizar a defesa do Zinho.
“Estadão”
POLÍCIA
Suspeito de agredir esposa e arremessar ventilador contra a vítima é preso pela Polícia Militar
Militares localizaram envolvidos na região do Contorno Leste; mulher apresentava lesões
Policiais militares do 3º Batalhão prenderam em flagrante, na noite deste domingo (22.3), um homem, de 51 anos, suspeito de violência doméstica, em Cuiabá. A vítima, de 30 anos, denunciou ter sido agredida com socos e sofreu lesões, após o marido arremessar um ventilador contra ela.
Por volta das 21 horas, as equipes foram acionadas, via Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após denúncia de violência doméstica, na região do Contorno Leste.
Assim que os militares chegaram no local da ocorrência, a vítima relatou que foi agredida com socos e que o suspeito arremessou um ventilador contra o rosto dela, após uma discussão. A mulher apresentava lesões na região da cabeça e no olho direito.
Diante das informações e acompanhados pela vítima, os policiais militares identificaram o denunciado em um bar, na região. Ao ser abordado e questionado sobre a denúncia, o homem passou apresentar resistência e a agredir os policiais militares.
Na ocasião, foi necessário o uso de um dispositivo de menor potencial ofensivo (dispositivo taser) para conter o indivíduo. Ele foi conduzido à delegacia para registro da ocorrência.

