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Esquema liderado por pastor lucrava cerca de R$ 1,5 milhão por mês com extorsão de comerciantes em MT, diz polícia

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O esquema criminoso liderado pelo pastor Ulisses Batista lucrava cerca de R$ 1,5 milhão por mês com a extorsão de comerciantes de Cuiabá e Várzea Grande.O grupo foi alvo da Operação Falso Profeta, deflagrada pela Polícia Civil, nesta sexta-feira (21).

Em coletiva de imprensa, o delegado Rodrigo Azem, da Delegacia de Combate do Crime Organizado (Daco) de Cuiabá, afirmou que os integrantes do esquema conhecido como Projeto Água 20LT obrigava distribuidores de água da região metropolitana da capital a pagarem uma taxa de R$ 1 por galão vendido, consolidando um monopólio ilegal no setor.

Segundo ele, as investigações estimam lucro mensal de R$ 1,5 milhão para os criminosos.

  • Comerciantes eram obrigados a comprar galões de água exclusivamente do grupo criminoso e pagarem uma taxa ilegal de R$ 1 por unidade vendida;
  • Os criminosos utilizavam um grupo de WhatsApp para monitorar as distribuidoras de água. No início, a abordagem era amigável, mas evoluiu para ameaças e extorsão, com membros da facção indo pessoalmente até os comerciantes para impor regras;
  • A facção também operava um caminhão para distribuição de água e mantinha uma empresa de fachada para lavar o dinheiro obtido com a extorsão;
  • Parte dos lucros era enviada diretamente ao Rio de Janeiro.
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Nesta quinta, a polícia cumpriu 30 ordens judiciais contra a organização envolvida no golpe. Foram cumpridos sete mandados de prisão preventiva e nove de busca e apreensão, além do bloqueio de contas bancárias que podem somar até R$ 1,5 milhão.

A operação também inclui o sequestro de veículos e a proibição de atividades econômicas para empresas ligadas à facção. O pastor, apontado como o mentor do esquema, está foragido no Rio de Janeiro.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (Nipo) da Capital e são cumpridas em Cuiabá, Várzea Grande e no Rio de Janeiro (RJ).

O mesmo grupo criminoso também é alvo de outra operação nesta sexta-feira (21), realizada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco). Cada uma das investigações possui alvos diferentes.

Operação Aqua Ilícita cumpre ordens judiciais em Cuiabá, Várzea Grande, Nobres e Sinop. Ao todo, são cumpridos 60 mandados de busca e apreensão, 12 mandados de prisão e sequestro de bens e valores, incluindo 33 veículos.

O grupo prejudicava comerciantes de água mineral e aumentava os preços para os consumidores. Os criminosos cobravam um alto preço em liberdade e controle econômico de comerciantes.

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“G1”

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Suspeito de agredir esposa e arremessar ventilador contra a vítima é preso pela Polícia Militar

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Militares localizaram envolvidos na região do Contorno Leste; mulher apresentava lesões
Suspeito de agredir esposa e arremessar ventilador contra a vítima é preso pela Polícia Militar -
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Policiais militares do 3º Batalhão prenderam em flagrante, na noite deste domingo (22.3), um homem, de 51 anos, suspeito de violência doméstica, em Cuiabá. A vítima, de 30 anos, denunciou ter sido agredida com socos e sofreu lesões, após o marido arremessar um ventilador contra ela. 

Por volta das 21 horas, as equipes foram acionadas, via Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), após denúncia de violência doméstica, na região do Contorno Leste. 

Assim que os militares chegaram no local da ocorrência, a vítima relatou que foi agredida com socos e que o suspeito arremessou um ventilador contra o rosto dela, após uma discussão. A mulher apresentava lesões na região da cabeça e no olho direito.

Diante das informações e acompanhados pela vítima, os policiais militares identificaram o denunciado em um bar, na região. Ao ser abordado e questionado sobre a denúncia, o homem passou apresentar resistência e a agredir os policiais militares.

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Na ocasião, foi necessário o uso de um dispositivo de menor potencial ofensivo (dispositivo taser) para conter o indivíduo. Ele foi conduzido à delegacia para registro da ocorrência. 

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