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Ainda estou aqui” faz história com três indicações ao Oscar
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Longa de Walter Salles é a primeira produção inteiramente brasileira a concorrer na principal categoria da premiação (melhor filme). Disputa ainda como melhor filme internacional e melhor atriz, com Fernanda Torres
Entre os concorrentes na categoria de melhor filme estão: Ainda estou aqui, Emilia Pérez, Nickel Boys, Anora, O brutalista, Wicked, Conclave, Duna: parte 2, Um completo desconhecido e A substância.
O filme de Walter Salles também concorre em outras duas categorias: melhor filme internacional e melhor atriz, com Fernanda Torres.
A produção de Walter Salles está presente, portanto, em três categorias da premiação da Academia, o segundo maior número de indicações para um filme totalmente brasileiro atrás apenas de Cidade de Deus, que concorreu, em 2004, a melhor diretor, melhor roteiro adaptado, melhor edição e melhor fotografia.
Em 1986, a coprodução de Estados Unidos e Brasil O beijo da mulher-aranha também foi indicada em quatro categorias, inclusive a de melhor filme, mas nenhum dos receptores dos prêmios, além do cineasta argentino-brasileiro Héctor Babenco, tinha relação com o Brasil.
“CB”
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ganha o primeiro Oscar do Brasil: melhor filme internacional
‘Ainda estou aqui’ faz história e ganha o primeiro Oscar do Brasil com Melhor filme internacional
Ainda estou aqui fez história e garantiu o primeiro Oscar da história do Brasil. O filme, dirigido por Walter Salles, ganhou o prêmio de Melhor Filme Internacional no Oscar 2025. O longa derrota Emília Peréz, Flow, A garota da Agulha e A semente do fruto sagrado.
O prêmio foi entregue pela atriz Penélope Cruz. Ao aceitar o trófeu, o diretor Walter Salles agradeceu as atrizes Fernanda Torres e Fernanda Montenegro — que interpretaram Eunice Paiva. O filme ainda concorre a Melhor filme e Fernanda Torres concorre a Melhor atriz.
Com campanha excepcional, o longa de Walter Salles somou mais de trinta prêmios, nacionais e internacionais, no decorrer na temporada. Ainda estou aqui conta a história de Eunice Paiva que precisa seguir e cuidar de sua família após o sumiço do marido, Rubens Paiva. A trama é baseada no livro de mesmo nome do autor Marcelo Rubens Paiva, filho de Rubens e Eunice.
Antes de Ainda estou aqui, o último filme indicado a categoria de Melhor filme internacional foi Central do Brasil, em 1999. O país apareceu na premiação com O que é isso, companheiro? (1998) de Bruno Barreto, O quatrilho (1996) de Fábio Barreto e a primeira indicação foi com O pagador de promessas (1963) de Anselmo Duarte.
“CB”




