nacional

Mulher expulsa de avião gravou vídeo: “Petista mostrou rola pra mim”

Publicado em

nacional

Em uma das gravações, ainda dentro do avião, a mulher afirma, em tom acusatório, que havia “petistas mostrando a rola” para ela

mulher com pintura no rosto
Paloma Goldiano Carvalho gravou e publicou vídeos em seu perfil no Instagram, onde tem pouco mais de 100 seguidores, momentos antes de ser presa pela Polícia Federal (PF) por causar confusão dentro de um avião na noite da última terça-feira (30/9).
Nas imagens, a baiana se apresenta como a “próxima presidenta do Brasil” e aparece filmando dois homens sentados ao seu lado. Um deles, visivelmente incomodado, chega a chamar os comissários de bordo para reclamar do comportamento da passageira. Em uma das gravações, Paloma afirma, em tom acusatório, que havia “petistas mostrando a rola” para ela.
Envolta em uma bandeira do Brasil, a passageira passou a insultar outros viajantes durante o embarque do voo G3 2075, da Gol Linhas Aéreas, que sairia do Rio de Janeiro em direção a Brasília. Ela chamou os demais passageiros de “estupradores, abusadores, aliciadores e assediadores”.

Segundo relatos, Paloma já havia causado tumulto em uma primeira aeronave e precisou ser retirada pela PF. Após um aparente período de calma, foi realocada em outro voo, mas voltou a provocar desordem, o que resultou em sua prisão.

Leia Também:  O que é instalação de Ras Laffan e como ataque do Irã pode prolongar crise?

Vídeos gravados por passageiros mostram o momento em que agentes da PF conversam com a mulher antes de retirá-la da aeronave, sob aplausos dos viajantes, que já enfrentavam atraso. O episódio gerou constrangimento e prejuízos: cerca de 70 pessoas perderam conexões, segundo relatos. Uma passageira contou que, além do desconforto, perdeu o voo de ligação que faria para Belém.

Em nota, a Gol confirmou o episódio e informou que a cliente apresentou “comportamento inadequado”. A companhia ressaltou que a tripulação seguiu todos os procedimentos previstos, acionando a Polícia Federal. “A Gol reforça que todas as ações referentes a este caso foram tomadas com foco na Segurança, valor número 1 da Companhia”, destacou a empresa.

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

nacional

PM que matou jovem negro pelas costas é condenado a 2 anos no semiaberto

Publicados

em

Gabriel Renan da Silva Soares foi assassinado com 11 tiros, em novembro de 2024, em frente ao mercado após furtar itens de limpeza; vítima é sobrinho do rapper Eduardo Taddeo, ex-membro do grupo ‘Facção Central’

Thiago Félix, da CNN Brasil, São Paulo

O policial militar Vinicius de Lima Britto foi condenado a dois anos e um mês no regime semiaberto, pela execução de Gabriel Renan da Silva Soares, em novembro de 2024, em São Paulo. A vítima, assassinada pelas costas, levou 11 tiros ao furtar itens de limpeza em um mercado.

A decisão foi tomada após a votação do júri popular, que aconteceu nesta quinta-feira (9). O PM foi condenado a homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Britto também foi sentenciado a perder o cargo público que ocupa.

“Diante do pedido do Ministério Público fixo a indenização, conforme o artigo 387, inciso IV, do Código Processo Penal no valor de R$ 100.000,00 (cem mil reais)”, afirma a juíza Viviane de Carvalho Singulane, responsável pelo caso.

Leia Também:  Pacientes reumáticos têm mais risco de desenvolver tuberculose

A vítima, Gabriel Renan da Silva Soares, é sobrinho do rapper Eduardo Taddeo, que fez parte do grupo ‘Facção Central’.  A Justiça revogou o pedido de prisão preventiva.

Na época, a versão inicial apresentada pelo PM era de que o jovem teria feito menção de estar armado, o que, na versão dele, justificaria os disparos. Um atendente do mercado corroborou essa narrativa, alegando que Gabriel teria dito: “Não mexe comigo, que estou armado, não quero nada do que é seu”.

Entretanto, as novas imagens mostram que o jovem, que tinha acabado de furtar itens de limpeza, escorregou quando tentou sair correndo do mercado e que em nenhum momento fez menção de estar armado. Nas imagens, também é possível concluir que não houve diálogo e que o policial acertou a vítima pelas costas.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CIDADES

POLÍTICA

MULHER

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA