Meio Ambiente
MERGULHADORA ENCONTRA ALIANÇA PRESA EM PEIXE NA AUSTRÁLIA
Anel avaliado em mais de 5 mil reais foi perdido por turista no início do ano
Meio Ambiente
Na Austrália, uma mergulhadora se deparou com uma cena bastante incomum enquanto fazia uma de suas aventuras. Isso porque, segundo informações do jornal britânico Daily Mail, Susan Prior encontrou um peixe preso em uma aliança de casamento.
Após o relatar o que encontrou, Susan descobriu que um casal havia perdido o anel no início deste ano, mas que não o encontraram. Com a descoberta, Prior conseguiu localizá-los através de uma publicação em uma comunidade no Facebook. Segundo o post, a aliança está avaliada em torno de mil dólares — o que equivale a cerca de R$5,25 mil.
Por mergulhar há algum tempo, Susan disse que já havia visto peixes presos em anéis de plástico, mas que um imobilizado em um anel de metal havia sido a primeira vez, algo que ela classificou com realmente preocupante.
"O metal só pode ser removido pegando o peixe em uma rede e removendo-o com cuidado", explicou a mergulhadora. "O peixe parece estar bem até agora, mas à medida que cresce, o anel vai cortá-lo”, salientou.
O anel pertence a Nathan Reeves, de acordo com o Daily Mail Austrália, que entrevistou sua mulher, Suzie Quintal. Ela disse que os dois visitaram a região no período do Natal. "Sempre digo a ele para tirar antes de ir nadar. Ele o perdeu um dia antes do nosso segundo aniversário de casamento".
Na ocasião, moradores da ilha tentaram ajudá-los na busca, disponibilizando até mesmo detectores de metal, mas o anel não foi encontrado. Agora, com a descoberta de Susan, a busca pelo peixe se intensificará e os moradores já estão tentando rastreá-lo para tirar o anel da maneira correta e menos agressiva.
Suzie disse que está preocupada com o peixe e diz ter certeza que eles o encontrarão. "Eu simplesmente não conseguia acreditar [que Prior encontrou o anel]. Tenho alguns amigos na ilha e eles estão muito convencidos de que vão encontrá-lo".
Meio Ambiente
Quente? Onda de calor não vai embora tão cedo, diz previsão
Nesta época do ano, o calor costuma ser menos intenso devido à menor incidência de radiação solar e aos dias mais curtos
Por Gabriel Azevedo
Desde o último dia 22 de abril, o Brasil enfrenta uma onda de calor fora do comum, e as previsões indicam que essa condição se estenderá até pelo menos o dia 10 de maio de 2024.
- Impactos
No sábado, Cuiabá, no Mato Grosso, registrou uma temperatura impressionante de 37,2°C.
Já no Rio de Janeiro, Jacarepaguá marcou 36°C e Diamante do Norte, no Paraná, alcançou 35,3°C, segundo dados do Inmet.
No domingo, a situação se repetiu, com o Rio de Janeiro novamente liderando o ranking das temperaturas mais altas do país, com diversas regiões superando os 38°C.
Calor
Essa é a quarta onda de calor a atingir o Brasil recentemente e ela promete se intensificar ainda mais, persistindo até o dia 10 de maio.
O sistema de alta pressão em médios níveis da atmosfera continua bloqueando o avanço das chuvas sobre as áreas afetadas, além de intensificar a circulação do ar, o que impede a formação de nuvens de chuva intensas e eleva ainda mais as temperaturas.
Nesta época do ano, o calor costuma ser menos intenso devido à menor incidência de radiação solar e aos dias mais curtos.
No entanto, essa onda de calor está trazendo temperaturas típicas de verão para o outono brasileiro, desafiando as expectativas climatológicas usuais para o mês de maio.
Recomendações
O Inmet alerta para os riscos à saúde que a onda de calor pode causar, como desidratação, exaustão e insolação.
- Beber bastante água ao longo do dia, mesmo que não sinta sede
- Evitar atividades físicas ao ar livre nos horários mais quentes do dia (entre 10h e 16h)
- Usar roupas leves e frescas de cores claras
- Manter as casas ventiladas
- Cuidar dos idosos, crianças e pessoas com problemas de saúde, que são os grupos mais vulneráveis aos efeitos do calor
“Canalrural”

