Meio Ambiente

Cobra marinha venenosa declarada como extinta aparece novamente

A descoberta surpreendeu especialistas!

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Meio Ambiente

Por Vitória Bravo

Atualmente, muitas espécies de animais estão ameaçadas de extinção e algumas foram extintas para sempre. Segundo um relatório de 2019 sobre o estado da biodiversidade do planeta, 25 % dos animais e plantas analisados estão em perigo de extinção.

Contudo, da mesma maneira como estes dados colocam em evidência a rápida perda de biodiversidade do planeta, algumas surpresas positivas também se tornaram notícia recentemente.

Este é o caso de um animal da espécie Aipysurus apraefrontalis, uma cobra marinha que não era vista desde 1998 e foi encontrada novamente.

A descoberta foi feita no mês passado, quando expedições a 67 metros de profundidade no recife Ashmore , na Austrália, identificaram o animal.

De acordo com o portal 20 minutos, encontro com a cobra venenosa foi acidental. Os cientistas usavam robôs subaquáticos para estudar conchas no fundo do mar quando a cobra apareceu em suas telas.

Todas as cobras marinhas descobertas até agora são venenosas e produzem alguns dos venenos mais perigosos conhecidos no reino animal, mas a maioria das espécies não são consideradas agressivas.

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Segundo a pesquisadora Blanche D’Anastasi, do Instituto Australiano de Ciências Marinhas, a Aipysurus apraefrontalis são cobras que ultrapassam meio metro de comprimento e vivem por muitos anos, pois seu crescimento é lento.

Eles preferem águas mais profundas, mas respiram na superfície e podem ficar debaixo d’água por até duas horas por vez.

Essas cobras se alimentam em recifes e têm um forte veneno que usam para matar suas presas, que geralmente são enguias e outros animais marinhos semelhantes.

'metroworldnews'

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Meio Ambiente

Quente? Onda de calor não vai embora tão cedo, diz previsão

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Nesta época do ano, o calor costuma ser menos intenso devido à menor incidência de radiação solar e aos dias mais curtos

Por Gabriel Azevedo 

Desde o último dia 22 de abril, o Brasil enfrenta uma onda de calor fora do comum, e as previsões indicam que essa condição se estenderá até pelo menos o dia 10 de maio de 2024.

  • Impactos

No sábado, Cuiabá, no Mato Grosso, registrou uma temperatura impressionante de 37,2°C.

Já no Rio de Janeiro, Jacarepaguá marcou 36°C e Diamante do Norte, no Paraná, alcançou 35,3°C, segundo dados do Inmet.

No domingo, a situação se repetiu, com o Rio de Janeiro novamente liderando o ranking das temperaturas mais altas do país, com diversas regiões superando os 38°C.

Calor

Essa é a quarta onda de calor a atingir o Brasil recentemente e ela promete se intensificar ainda mais, persistindo até o dia 10 de maio.

O sistema de alta pressão em médios níveis da atmosfera continua bloqueando o avanço das chuvas sobre as áreas afetadas, além de intensificar a circulação do ar, o que impede a formação de nuvens de chuva intensas e eleva ainda mais as temperaturas.

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Nesta época do ano, o calor costuma ser menos intenso devido à menor incidência de radiação solar e aos dias mais curtos.

No entanto, essa onda de calor está trazendo temperaturas típicas de verão para o outono brasileiro, desafiando as expectativas climatológicas usuais para o mês de maio.

Recomendações

O Inmet alerta para os riscos à saúde que a onda de calor pode causar, como desidratação, exaustão e insolação.

  • Beber bastante água ao longo do dia, mesmo que não sinta sede
  • Evitar atividades físicas ao ar livre nos horários mais quentes do dia (entre 10h e 16h)
  • Usar roupas leves e frescas de cores claras
  • Manter as casas ventiladas
  • Cuidar dos idosos, crianças e pessoas com problemas de saúde, que são os grupos mais vulneráveis aos efeitos do calor

“Canalrural”

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