Judiciário e Justiça
Secretário Rogers Jarbas é afastado do cargo e será monitorado por tornozeleira eletrônica
Ele foi afastado da Secretaria de Segurança e das funções de Delegado
Judiciário e Justiça
Por: Wiliam Araújo
O delegado Rogers Jarbas acaba de ser afastado das funções de secretário de Estado de Segurança Pública por determinação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). A decisão é fruto das investigações das interceptações telefônicas clandestina no âmbito do governo de Mato Grosso.
Secretário Rogers Jarbas será monitorado por tornozeleira
De acordo com a decisão do desembargador Orlando Perri, o secretário estaria "cometendo diversos ilícitos penais, dentre eles, o de embaraçar investigação de infração penal envolvendo organização criminosa; o de abuso de autoridade; o de usurpação de função pública; o de denunciação caluniosa; o de prevaricação; dentre outros que serão descortinados ao longo das investigações", diz trecho da decisão proferida nesta quarta-feira (20).

Foto: Lenine Martins-Sesp
Ele que dizia ser linha dura contra o crime, agora se vê punido por arapongagem
Neste momento está sendo realizada busca e apreensão na sede da Secretaria de Estado de Segurança Pública, no Centro Político Administrativo. Agendas, planilhas e computadores serão levados como provas.
Além afastado, Jarbas será conduzido coercitivamente para o juízo da 11ª Vara Criminal da Capital, para que sejam cumpridas medidas restritivas contra o mesmo, como a colocação de tornozeleira eletrônica.
Rogers Jarbas também foi afastado das funções de delegado da Policia Civil.
Outra cautelar decidida pelo desembargador é a proibição dele se aproximar de outros investigados do caso dos grampos em Mato Grosso.
Rogers Jarbas está no cargo de secretário desde o dia 1º de abril de 2016. Ele foi nomeado em substituição do promotor de Justiça Fábio Galindo.
Judiciário e Justiça
Carla Zambelli diz que deixou o Brasil, dias após ter sido condenada à prisão pelo STF
Por: Guilherme Caetano
A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) afirmou nesta terça-feira, 3, que deixou o Brasil. Ela viajou ao exterior inicialmente para buscar tratamento médico, segundo ela, e vai pedir licença não remunerada de seu mandato na Câmara dos Deputados.
Ela disse estar fora do País há alguns dias, e que vai morar na Europa, onde tem cidadania. Também afirmou ter escolhido o continente como destino para poder atuar pelo fortalecimento da direita nos países da região e “resistir, voltar a ser a Carla que eu era antes das amarras que essa ditadura nos impôs”.
Ela mencionou a articulação feita pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos, onde ele vem se empenhando para tentar influenciar o governo Trump a impor sanções contra autoridades brasileiras, como exemplo do que ela pode fazer na Europa. A declaração foi feita em entrevista ao vivo ao canal do YouTube AuriVerde Brasil nesta manhã.
“Estadão”

