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GALERA DO MAL: Ex-secretários do governo Pedro Taques deixam a cadeia após decisão do STJ

Eles são acusados de grampear quase todo o MT

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O ex-secretário da Casa Civil Paulo Taques deixou o Centro de Custódia de Cuiabá (CCC), na noite da terça-feira (31), onde ficou 35 dias preso por supostamente obstruir as investigações do esquema de escutas telefônicas clandestinas em Mato Grosso.

Taques foi solto por determinação do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Mauro Campbell, que determinou a soltura de sete réus do esquema que estavam presos por força da Operação Esdras, da Polícia Civil, determinada pelo desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça do Estado.

Ao deixar o CCC, Taques não quis falar com a imprensa, mas garantiu se pronunciar em momento oportuno.

Paulo Taques é considerado líder do esquema de escutas ilegais no âmbito das Polícias Civil e Militar do Estado, inclusive teria dado, segundo confissões do cabo da PM Gerson Corrêa, R$ 50 mil ao ex-comandante-geral da Polícia militar, coronel Zaqueu Barbosa e ao ex-chefe da Casa Miliar Evandro Lesco, para aquisição do sistema Sentinela, software usado para grampear telefones.

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A decisão do ministro Mauro Campbell também colocou em liberdade o ex-secretário de Segurança Pública (Sesp), Rogers Jarbas, o ex-secretário de Justiça, Siqueira Júnio, o ex-chefe da Casa Militar Evandro Lesco e a mulher dele, Helen Lesco na noite desta terça-feira. Outro que ganhou direito a responder em liberdade foi o sargento da PM, João Ricardo Soler.

Um pouco mais cedo, o major da Polícia Militar Michel Ferronato, que estava preso no Batalhão de Operações Especiais (Bope), também foi liberado pela Justiça.

A revogação das prisões ocorreu em caráter monocrático e atende aos pedidos das defesas dos réus sobre o argumento de que eles não representam mais riscos às investigações já que o processo, agora, corre no STJ.

Com a decisão, somente o ex-comandante-geral da Polícia Militar, coronel Zaqueu Barbosa e o cabo Gerson Luiz Correa Júnior permanecem presos por envolvimento no esquema.

TV Notícias com Poconet

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Carla Zambelli diz que deixou o Brasil, dias após ter sido condenada à prisão pelo STF

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Por: Guilherme Caetano

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) afirmou nesta terça-feira, 3, que deixou o Brasil. Ela viajou ao exterior inicialmente para buscar tratamento médico, segundo ela, e vai pedir licença não remunerada de seu mandato na Câmara dos Deputados.

Ela disse estar fora do País há alguns dias, e que vai morar na Europa, onde tem cidadania. Também afirmou ter escolhido o continente como destino para poder atuar pelo fortalecimento da direita nos países da região e “resistir, voltar a ser a Carla que eu era antes das amarras que essa ditadura nos impôs”.

Ela mencionou a articulação feita pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos, onde ele vem se empenhando para tentar influenciar o governo Trump a impor sanções contra autoridades brasileiras, como exemplo do que ela pode fazer na Europa. A declaração foi feita em entrevista ao vivo ao canal do YouTube AuriVerde Brasil nesta manhã.

“Estadão”

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