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Abin monitorou promotora de Caso Marielle, diz Alexandre de Moraes

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Por Gabriela Soares

A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) monitorou a promotora Simone Sibilio, ex-coordenadora das investigações da morte de Marielle Franco. A informação consta em decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre o caso de espionagem ilegal.

Segundo o documento, a Polícia Federal que a Abin sob o comando do então diretor-geral e hoje deputado  Alexandre Ramagem (PL-RJ), trabalhava para o “extrato político nacional” e tinha uma estrutura paralela para prestar serviços.

Segundo Moraes, “ficou patente a instrumentalização da ABIN, para monitoramento da Promotora de Justiça do Rio de Janeiro e coordenadora da força-tarefa sobre os homicídios qualificados perpetrados em desfavor da vereadora MARIELLE FRANCO e o motorista que lhe acompanhava ANDERSON GOMES”.

O que faz a Abin, agência alvo de operação da Polícia Federal - Revista  Oeste

No mesmo trecho, a Procuradoria Geral da República (PGR), afirma que havia uma “Abin paralela” e que essa estrutura era “utilizada para colher dados sensíveis sobre autoridades e agentes políticos relevantes.”

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Carla Zambelli diz que deixou o Brasil, dias após ter sido condenada à prisão pelo STF

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Por: Guilherme Caetano

A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) afirmou nesta terça-feira, 3, que deixou o Brasil. Ela viajou ao exterior inicialmente para buscar tratamento médico, segundo ela, e vai pedir licença não remunerada de seu mandato na Câmara dos Deputados.

Ela disse estar fora do País há alguns dias, e que vai morar na Europa, onde tem cidadania. Também afirmou ter escolhido o continente como destino para poder atuar pelo fortalecimento da direita nos países da região e “resistir, voltar a ser a Carla que eu era antes das amarras que essa ditadura nos impôs”.

Ela mencionou a articulação feita pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos, onde ele vem se empenhando para tentar influenciar o governo Trump a impor sanções contra autoridades brasileiras, como exemplo do que ela pode fazer na Europa. A declaração foi feita em entrevista ao vivo ao canal do YouTube AuriVerde Brasil nesta manhã.

“Estadão”

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