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Trevo de Colíder, a mostra da incompetência dos poderes públicos

As chuvas estão chegando…

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Por: Joel Teixeira

Os trevos de Colider que dão acesso à MT 320 já se tornaram piadas até mesmo entre os mais crentes sobre a seriedade do projeto que se arrasta há anos. São uma herança do governo de Celso Paulo Banazeski 2008/2012 cujo secretário de obras era o Noboru Tomiyoshi (PSD), hoje prefeito. Na gestão Banazeski, as obras foram concluídas com um desnível altíssimo entre a pista de rolamento da MT 320 e as perimetrais municipais. Os trevos permaneceram destruídos.

Em 2013, Nilson Santos (PSDB) tomou posse como prefeito municipal de Colíder, mas a novela sobre os trevos teve capítulos que pararam nas vias judiciais. Entre acusações e atribuição sobre quem era o culpado pelas obras malfeitas e do dinheiro alto que evaporou do orçamento, as pistas tiveram de ser rebaixadas em novo projeto de engenharia, mas os trevos…

Recentemente a trupe do prefeito Noboru e o deputado Pedro Satélite(PSD), parlamentar que havia indicado os projetos dos trevos de acesso à cidade e o governador Pedro Taques, fizeram grande alarde sobre a conclusão das vergonhosas “portas de acesso “. Teve inauguração, fogos e até churrasco, porém, todavia, contudo… apenas o trevo sentido Nova Santa Helena foi concluído, meio cambaleando, com sinalização de trânsito duvidosa, esfarelando…

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A população aguarda ansiosa, a conclusão do segundo trevo, mas pelo jeito vamos ter mais alguns capítulos dessa novela cafona e custosa. Para os contribuintes e usuários dos trevos, não é nada engraçado, deslizar os carros, motos, bicicletas, charretes e afins pela lama que ali se forma em dias chuvosos.

 

 

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Conclave para eleição do sucessor do papa inicia em 7 de maio

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Conclave para eleição do sucessor do papa inicia em 7 de maio

Conclave para eleição do sucessor do papa Francisco começará em 7 de maio

O porta-voz do Vaticano informou a data, ao mesmo tempo que o Museu do Vaticano anunciou o fechamento da Capela Sistina, a majestosa sala adornada com os célebres afrescos de Michelangelo, situada no Palácio Apostólico.

Os cardeais participarão de uma missa solene na Basílica de São Pedro no Vaticano na quarta-feira da próxima semana, após a qual aqueles com direito a voto – os que têm menos de 80 anos – se reunirão a portas fechadas para votar em um processo secreto que pode durar vários dias.

O primeiro pontífice latino-americano foi enterrado no sábado, após uma cerimônia solene de despedida na presença de líderes internacionais e de 400.000 pessoas.

Os cardeais foram convocados a Roma para escolher o novo papa. Do total de 135 com direito a voto – porque têm menos de 80 anos -, 80% foram designados por Francisco. Eles vêm de todas as regiões do mundo e muitos não se conhecem.

“Personalidade aberta”

Patricia Spotti espera que o novo pontífice “seja como o papa que faleceu”. “Deve ter uma personalidade aberta para todos”, disse à AFP esta mulher de 68 anos que viajou de Milão a Roma para o Ano do Jubileu, celebrado em 2025.

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Muitos fiéis temem que o novo papa represente um passo atrás em relação ao legado do jesuíta argentino, marcado pela luta contra os abusos sexuais de menores de idade na Igreja, por mais espaço para mulheres e leigos e pela defesa dos pobres e migrantes.

“Nosso desejo é encontrar alguém que se pareça com Francisco, não que seja o mesmo, mas em continuidade”, declarou o cardeal argentino Ángel Sixto Rossi, de 66 anos.

“É difícil dizer como imaginamos o perfil do novo papa”, destacou o cardeal italiano Giuseppe Versaldi, de 83 anos, sem direito a voto. “Tem que haver continuidade, mas também avançar em frente, não apenas repetir o passado”.

O cardeal espanhol José Cobo disse ao jornal El País que não será “nada previsível”.

Como no filme?

O conclave provoca fascínio há vários séculos. O recente filme homônimo do diretor alemão Edward Berger, que venceu em março o Oscar de melhor roteiro adaptado, popularizou ainda mais o evento.

“Mais da metade de nós viveremos nosso primeiro conclave. É uma oportunidade para mostrar ao mundo que filmes como ‘Conclave’ e outros semelhantes não são a realidade”, disse o cardeal espanhol Cristóbal López Romero ao portal oficial Vatican News.

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O filme retrata o processo de eleição de um novo papa, em reuniões a portas fechadas. O relato fictício mostra as tensões entre diversas alas do Vaticano.

Mas as divisões dentro da Igreja não são uma ficção. As reformas impulsionadas por Francisco e seu estilo simples despertaram críticas entre os setores mais conservadores, que apostam em uma mudança mais focada na doutrina.

“Hoje, precisamos de união, não de divisão”, advertiu no domingo o cardeal do Mali Jean Zerbo, de 81 anos, após uma oração dos cardeais diante do túmulo de Francisco.

As apostas

O cardeal alemão Reinhard Marx espera um conclave de “poucos dias”.

Roberto Regoli, professor da Universidade Pontifícia Gregoriana, acredita que não será rápido. “Estamos em um período em que o catolicismo está enfrentando várias polarizações e os cardeais terão que encontrar alguém que saiba forjar uma unidade maior”, disse.

Com os conflitos e as crises diplomáticas no mundo, o italiano Pietro Parolin aparece como um dos favoritos. O cardeal atuou como secretário de Estado com Francisco, depois de ocupar o posto de núncio na Venezuela.

A casa de apostas britânica William Hill o coloca à frente do filipino Luis Antonio Tagle, seguido do cardeal ganês Peter Turkson e do também italiano Matteo Zuppi.

“ISTOÉ”

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