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Peixoto de Azevedo: Índios Caiapó em protesto, ocuparam a prefeitura e impediram a saída dos funcionários (VÍDEO)

Pintados e armados para a guerra, eles dançaram e exigiram atendimento

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Por: Joel Teixeira e Jean Jackes "JJ"

Índios da etnia caiapó, da aldeia Capoto Jarina, estiveram dentro da prefeitura municipal de Peixoto de Azevedo a 690 km de Cuiabá. A manifestação aconteceu hoje à tarde, os funcionários da prefeitura foram impedidos de sair do local. Segundo o líder indígena Pedoti, eles reivindicam o patrolamento e cascalhamento das estradas que dão acesso à aldeia, que fica na MT 322, antiga BR 080.

Líder Pedoti com o termo de compromisso da prefeitura

Pedoti disse ao repórter da rádio Continental, Jean Jacks, o “JJ”, correspondente do TV Notícias na região de Peixoto de Azevedo, que há pouco a prefeitura fez um documento em que há o comprometimento da secretaria de obras em começar a arrumar as estradas até o próximo dia 06/10, eles estão preocupados com as chuvas que estão chegando e se houver atraso nas obras, não será possível atender às reivindicações deles. Após o acordo, os funcionários da prefeitura foram liberados pelo manifestantes.

Foto: Jean Jackes – Do lado esquerdo o secretário de obras, Paulo dos Reis Costa Júnior e à direita os manifestantes Caiapó 

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Os índios alegam que as dificuldades para se transitar por lá, podem acabar em tragédias, posto que em casos de doença, se houver urgência para que alguma pessoa da aldeia tenha atendimento médico, não haverá possiblidade de socorro imediato. De acordo com Pedoti, o prefeito fez um compromisso com a comunidade em fazer reparos nas estradas, mas até agora não os atendeu.

A nossa reportagem procurou o prefeito municipal Maurício Ferreira (PSDB), mas foi informada de que o gestor está em viagem.

O secretário de obras, Paulo dos Reis Costa Júnior, disse ao TV Notícias que da forma que eles queriam não seria possível atendê-los, pois falavam para começar os trabalhos amanhã (26), todavia, após longa tensão e conversa, acordaram para sexta-feira  (06/08).

Termo de compromisso firmado pela prefeitura

 

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Conclave para eleição do sucessor do papa inicia em 7 de maio

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Conclave para eleição do sucessor do papa inicia em 7 de maio

Conclave para eleição do sucessor do papa Francisco começará em 7 de maio

O porta-voz do Vaticano informou a data, ao mesmo tempo que o Museu do Vaticano anunciou o fechamento da Capela Sistina, a majestosa sala adornada com os célebres afrescos de Michelangelo, situada no Palácio Apostólico.

Os cardeais participarão de uma missa solene na Basílica de São Pedro no Vaticano na quarta-feira da próxima semana, após a qual aqueles com direito a voto – os que têm menos de 80 anos – se reunirão a portas fechadas para votar em um processo secreto que pode durar vários dias.

O primeiro pontífice latino-americano foi enterrado no sábado, após uma cerimônia solene de despedida na presença de líderes internacionais e de 400.000 pessoas.

Os cardeais foram convocados a Roma para escolher o novo papa. Do total de 135 com direito a voto – porque têm menos de 80 anos -, 80% foram designados por Francisco. Eles vêm de todas as regiões do mundo e muitos não se conhecem.

“Personalidade aberta”

Patricia Spotti espera que o novo pontífice “seja como o papa que faleceu”. “Deve ter uma personalidade aberta para todos”, disse à AFP esta mulher de 68 anos que viajou de Milão a Roma para o Ano do Jubileu, celebrado em 2025.

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Muitos fiéis temem que o novo papa represente um passo atrás em relação ao legado do jesuíta argentino, marcado pela luta contra os abusos sexuais de menores de idade na Igreja, por mais espaço para mulheres e leigos e pela defesa dos pobres e migrantes.

“Nosso desejo é encontrar alguém que se pareça com Francisco, não que seja o mesmo, mas em continuidade”, declarou o cardeal argentino Ángel Sixto Rossi, de 66 anos.

“É difícil dizer como imaginamos o perfil do novo papa”, destacou o cardeal italiano Giuseppe Versaldi, de 83 anos, sem direito a voto. “Tem que haver continuidade, mas também avançar em frente, não apenas repetir o passado”.

O cardeal espanhol José Cobo disse ao jornal El País que não será “nada previsível”.

Como no filme?

O conclave provoca fascínio há vários séculos. O recente filme homônimo do diretor alemão Edward Berger, que venceu em março o Oscar de melhor roteiro adaptado, popularizou ainda mais o evento.

“Mais da metade de nós viveremos nosso primeiro conclave. É uma oportunidade para mostrar ao mundo que filmes como ‘Conclave’ e outros semelhantes não são a realidade”, disse o cardeal espanhol Cristóbal López Romero ao portal oficial Vatican News.

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O filme retrata o processo de eleição de um novo papa, em reuniões a portas fechadas. O relato fictício mostra as tensões entre diversas alas do Vaticano.

Mas as divisões dentro da Igreja não são uma ficção. As reformas impulsionadas por Francisco e seu estilo simples despertaram críticas entre os setores mais conservadores, que apostam em uma mudança mais focada na doutrina.

“Hoje, precisamos de união, não de divisão”, advertiu no domingo o cardeal do Mali Jean Zerbo, de 81 anos, após uma oração dos cardeais diante do túmulo de Francisco.

As apostas

O cardeal alemão Reinhard Marx espera um conclave de “poucos dias”.

Roberto Regoli, professor da Universidade Pontifícia Gregoriana, acredita que não será rápido. “Estamos em um período em que o catolicismo está enfrentando várias polarizações e os cardeais terão que encontrar alguém que saiba forjar uma unidade maior”, disse.

Com os conflitos e as crises diplomáticas no mundo, o italiano Pietro Parolin aparece como um dos favoritos. O cardeal atuou como secretário de Estado com Francisco, depois de ocupar o posto de núncio na Venezuela.

A casa de apostas britânica William Hill o coloca à frente do filipino Luis Antonio Tagle, seguido do cardeal ganês Peter Turkson e do também italiano Matteo Zuppi.

“ISTOÉ”

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