Contudo, no primeiro encontro dos dois no parlatório, ele jurou que a ama e que não teria coragem de encostar um dedo nela. “A Daiane me conhece. Eu jamais faria algo nesse sentido. Primeiro porque não sou um homem violento. Depois, eu vi o local horrível em que ela se encontra. A cadeia é o pior lugar do mundo. Jamais faria algo para depois ficar encarcerado”, declarou ele.

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Gilberto enfrentou diversas dificuldades para conseguir visitar a mulher. Ele não sabia das regras para entrar na penitenciária e chegou lá vestindo calça jeans e camiseta preta, itens de vestuário que são proibidos. Ele precisou alugar um moletom vermelho por R$ 10 na porta da prisão. Além disso, comprou uma camiseta vermelha por R$ 40. As roupas escuras são proibidas para evitar que os visitantes sejam confundidos com os policiais penais, que utilizam uniformes pretos.

O motorista de aplicativo também levou uma comida preparada pela família dela contendo feijoada, arroz, refrigerante e chocolate, pensando que ia aproveitar um almoço romântico com a mulher. Contudo, a refeição só seria permitida se o encontro acontecesse no pátio da penitenciária. “A cadeia é um lugar horrível. Tinha uma fila enorme para entrar. Cheguei lá às 8h da manhã, mas só consegui entrar às 13h30. E só permitiram que eu ficasse com a minha mulher por uma hora. Nem deu para conversar direito”, disse Gilberto, que já marcou novos encontros com Daiane.

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Os dois continuam trocando cartas de amor. Nas correspondências, Daiane questiona quais são as verdadeiras intenções do marido ao tentar encontrá-la na sala de visita íntima. Ele diz que apenas quer fazer amor com ela.

Gilberto disse ao colunista que é apaixonado por Daiane. “Muitas mulheres me procuram pelo direct do Instagram querendo transar. Mas só tenho olhos para Daiane. Eu já a perdoei faz tempo. E ela também já me perdoou. Toda a tragédia que aconteceu na nossa família só tem um culpado: eu mesmo”.

”Istoe”