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Entregadores do iFood terão elétrica da Voltz por R$ 10 mil

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Voltz Motors e iFood deram início a uma parceria que vai disponibilizar a moto elétrica EVS Work em condições especiais para entregadores cadastrados no app de delivery. Com essa cooperação entre as empresas, os motofretistas vão poder adquirir a moto ao preço promocional de R$ 9.990,90 no período de pré-venda – valor que sobe para R$ 11.990,90 depois que o estoque inicial for comercializado.

O preço é bem acessível, visto que uma EVS comum custa em torno de R$ 20 mil. Mas essa redução do preço só acontece pelo fato da moto não vir com uma bateria própria, ou seja, os compradores terão que efetuar a contratação de um plano de assinatura para utilizarem as baterias de suas motos, em um conceito chamado “Battery as a Service”. O assinante fica com uma bateria para usá-la em seu dia a dia, mas quando a carga se aproximar do fim, ele comparece a uma estação de troca, deixa a bateria descarregada por lá e retira uma outra com a carga completa.

As assinaturas partem de R$ 129 para quem roda até 2 mil km por mês e chegam a R$ 319 mensais para trocas ilimitadas independente da quilometragem. Essas trocas vão acontecer em estações inicialmente instaladas em unidades do posto Ipiranga em São Paulo. A autonomia da EVS Work com duas baterias vai de 100 até 180 quilômetros, o que, segundo a Voltz, dá para garantir uma ampla circulação.

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Voltz e iFood apresentaram um estudo que indica que a opção pela moto elétrica representa uma economia de mais de 60% para os entregadores somente em despesas com combustível. Em um estudo feito em São Paulo com 30 entregadores da plataforma, profissionais que percorrem 3.000 km por mês em uma moto à combustão tem um gasto mensal com combustível na ordem de R$ 610 – considerando o litro a R$ 7,10). Com a moto elétrica, esse custo vira um valor fixo, levando em conta o sistema de troca de baterias.

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Além disso, os custos com a manutenção da EVS Work são até 70% menores, visto que o usuário passa a economizar com reparos de relação, vela e filtros, entre outros itens que demandam mais atenção nas motos à combustão.

O banco BV também é parceiro nesta iniciativa do iFood e da Voltz Motors, oferecendo uma linha de financiamento mais acessível para viabilizar a aquisição das motos elétricas. As 300 primeiras motos que forem financiadas vão receber um subsídio de R$ 2 mil – mediante aprovação de crédito ao usuário.

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Voltz EVS Work ifood – dados técnicos

100 até 180 quilômetros com duas baterias

Até 85 km/h – restringido para maior autonomia

Garantia de 2 anos

Valor da moto iFood/Voltz – R$ 9.999,90

Valores dos planos de assinatura das baterias

Até 2.000 km/mês: R$ 129

Até 4.000 km/mês: R$ 219

Km ilimitados: R$ 319

Para mais detalhes sobre a moto e da parceria entre iFood e Voltz, clique aqui.

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Conclave para eleição do sucessor do papa inicia em 7 de maio

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Conclave para eleição do sucessor do papa inicia em 7 de maio

Conclave para eleição do sucessor do papa Francisco começará em 7 de maio

O porta-voz do Vaticano informou a data, ao mesmo tempo que o Museu do Vaticano anunciou o fechamento da Capela Sistina, a majestosa sala adornada com os célebres afrescos de Michelangelo, situada no Palácio Apostólico.

Os cardeais participarão de uma missa solene na Basílica de São Pedro no Vaticano na quarta-feira da próxima semana, após a qual aqueles com direito a voto – os que têm menos de 80 anos – se reunirão a portas fechadas para votar em um processo secreto que pode durar vários dias.

O primeiro pontífice latino-americano foi enterrado no sábado, após uma cerimônia solene de despedida na presença de líderes internacionais e de 400.000 pessoas.

Os cardeais foram convocados a Roma para escolher o novo papa. Do total de 135 com direito a voto – porque têm menos de 80 anos -, 80% foram designados por Francisco. Eles vêm de todas as regiões do mundo e muitos não se conhecem.

“Personalidade aberta”

Patricia Spotti espera que o novo pontífice “seja como o papa que faleceu”. “Deve ter uma personalidade aberta para todos”, disse à AFP esta mulher de 68 anos que viajou de Milão a Roma para o Ano do Jubileu, celebrado em 2025.

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Muitos fiéis temem que o novo papa represente um passo atrás em relação ao legado do jesuíta argentino, marcado pela luta contra os abusos sexuais de menores de idade na Igreja, por mais espaço para mulheres e leigos e pela defesa dos pobres e migrantes.

“Nosso desejo é encontrar alguém que se pareça com Francisco, não que seja o mesmo, mas em continuidade”, declarou o cardeal argentino Ángel Sixto Rossi, de 66 anos.

“É difícil dizer como imaginamos o perfil do novo papa”, destacou o cardeal italiano Giuseppe Versaldi, de 83 anos, sem direito a voto. “Tem que haver continuidade, mas também avançar em frente, não apenas repetir o passado”.

O cardeal espanhol José Cobo disse ao jornal El País que não será “nada previsível”.

Como no filme?

O conclave provoca fascínio há vários séculos. O recente filme homônimo do diretor alemão Edward Berger, que venceu em março o Oscar de melhor roteiro adaptado, popularizou ainda mais o evento.

“Mais da metade de nós viveremos nosso primeiro conclave. É uma oportunidade para mostrar ao mundo que filmes como ‘Conclave’ e outros semelhantes não são a realidade”, disse o cardeal espanhol Cristóbal López Romero ao portal oficial Vatican News.

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O filme retrata o processo de eleição de um novo papa, em reuniões a portas fechadas. O relato fictício mostra as tensões entre diversas alas do Vaticano.

Mas as divisões dentro da Igreja não são uma ficção. As reformas impulsionadas por Francisco e seu estilo simples despertaram críticas entre os setores mais conservadores, que apostam em uma mudança mais focada na doutrina.

“Hoje, precisamos de união, não de divisão”, advertiu no domingo o cardeal do Mali Jean Zerbo, de 81 anos, após uma oração dos cardeais diante do túmulo de Francisco.

As apostas

O cardeal alemão Reinhard Marx espera um conclave de “poucos dias”.

Roberto Regoli, professor da Universidade Pontifícia Gregoriana, acredita que não será rápido. “Estamos em um período em que o catolicismo está enfrentando várias polarizações e os cardeais terão que encontrar alguém que saiba forjar uma unidade maior”, disse.

Com os conflitos e as crises diplomáticas no mundo, o italiano Pietro Parolin aparece como um dos favoritos. O cardeal atuou como secretário de Estado com Francisco, depois de ocupar o posto de núncio na Venezuela.

A casa de apostas britânica William Hill o coloca à frente do filipino Luis Antonio Tagle, seguido do cardeal ganês Peter Turkson e do também italiano Matteo Zuppi.

“ISTOÉ”

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