Investimentos em educação!!
Investimentos em educação de São Cristóvão impulsionam crescimento expressivo de vagas em escolas municipais
EDUCAÇÃO
A Prefeitura de São Cristóvão tem consolidado seu compromisso com a educação, investindo continuamente em melhorias nas estruturas das escolas municipais. Desde 2017, mais de R$ 20 milhões foram direcionados para obras de requalificação e climatização, proporcionando ambientes mais confortáveis tanto para os alunos quanto para a equipe escolar.
Esse comprometimento reflete não apenas na qualidade do ensino, mas também na expansão do acesso à rede municipal. Para o ano de 2024, o município garante a abertura de 1440 novas vagas, resultado direto dos investimentos em infraestrutura educacional. O objetivo é atender à crescente demanda por ensino de qualidade e assegurar que nenhum aluno seja privado de educação devido à falta de espaço.
Cinco instituições de ensino se destacam pelos significativos aumentos no número de vagas para 2024, graças às obras de requalificação. Na EMEF Prof. Izidória Mendes Cruz, localizada no bairro Rosa Maria, o número de matrículas dobrou, passando de 400 para 800 vagas.
Duas escolas em processo de ampliação são a EMEF Dr. Martinho Oliveira Bravo, no Rosa Elze, e a EMEF Ruth Dulce, no bairro Marcelo Déda. A primeira, com investimento de mais de R$ 500 mil, ampliou as matrículas em 39,6%. Já a segunda teve um aumento expressivo de 87,6%, saindo de 274 para 514 vagas, com investimento superior a R$ 600 mil.
Além dessas, a EMEF Agnaldo Silva Santana e a EMEI Ducilene Teixeira Almeida foram revitalizadas para atender à demanda na região do Grande Rosa Elze. A primeira, situada no bairro Várzea Grande, agora ativa após grande reforma, recebeu investimentos de cerca de R$ 800 mil para 240 alunos. Já a EMEI Ducilene Teixeira Almeida, no bairro Tijuquinha, beneficiará 200 crianças.
A secretária municipal de educação, Deise Barroso, destaca que essas obras têm como objetivo proporcionar um ambiente adequado para um ensino-aprendizagem qualificado. Ela ressalta que o crescimento populacional na região do Rosa Elze demanda mais espaços nas escolas, justificando os investimentos para ampliar a oferta de vagas.
Os números levantados pela Semed revelam um crescimento expressivo em sete anos. Desde 2016, as matrículas na Educação Infantil aumentaram aproximadamente 44%, passando de 1579 para 2261 vagas em 2023. Nas creches, houve um aumento de 10 vezes, saindo de 72 vagas em 2016 para 700 em 2023.
No geral, São Cristóvão registrou um crescimento de 37% no número de matrículas desde 2016, alcançando 8469 vagas em 2023. As matrículas para o ano de 2024 estão abertas, com atendimento das 08h às 16h até 02 de fevereiro.
No ato da matrícula o estudante maior de idade ou o responsável legal deverá apresentar os seguintes documentos: ficha de matrícula disponibilizada pela escola, constando, inclusive, informação acerca da utilização do transporte escolar; registro civil ou identidade; comprovante de residência; documento de escolaridade, a partir do 2º ano do Ensino Fundamental; termo de responsabilidade; cartão do SUS; cartão de vacinação para as crianças de até seis anos de idade; e foto 3×4, quando necessário.
´´Impresnsa 24 Horas“
EDUCAÇÃO
Comissão de Educação aprova projeto que proíbe celular em escolas
Comissão de Educação aprova projeto que proíbe celular em escolas
Projeto de lei aprovado pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados proíbe o uso de telefone celular e de outros aparelhos eletrônicos portáteis por alunos da educação básica em escolas públicas e particulares, inclusive no recreio e nos intervalos entre as aulas.

Para proteger a criança de até 10 anos de idade de possíveis abusos, o texto proíbe também o porte de celular por alunos da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental.
O projeto autoriza o uso de celular em sala de aula para fins estritamente pedagógicos, em todos os anos da educação básica. Permite ainda o uso para fins de acessibilidade, inclusão e condições médicas.
Projeto reformulado
O texto aprovado é o substitutivo do relator, deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), ao Projeto de Lei 104/15 do deputado Alceu Moreira (MDB-RS), e a outras 13 proposições que tramitam em conjunto e tratam do mesmo assunto. Diego Garcia levou em consideração diversos estudos e contribuições para elaborar parecer.
O relator considerou que o uso e o porte de aparelhos eletrônicos na escola para crianças de até 10 anos de idade podem ser adiados e substituídos por atividades físicas e de socialização, que serão essenciais nos anos seguintes. “Preocupam-nos estudos recentes sobre acesso a conteúdo impróprio como pornografia, drogas, violência, linguagem imprópria e apostas eletrônicas”, afirmou Garcia.
Para ele, pais que acreditam que o porte de celular, nessa fase, é instrumento de segurança devem olhar também para os desafios e prejuízos que o uso de celulares nas escolas pode trazer. “Crianças nessa faixa etária não têm maturidade para discernir quando e como usar esses dispositivos de forma adequada.”
Exceções
Para Garcia, a partir dos 11 anos a capacidade de autorregulação dos alunos é maior e a maior demanda por interações digitais para as relações sociais e as atividades escolares torna inevitável o porte dos celulares na escola. “O uso fica autorizado, em sala de aula, para fins pedagógicos e didáticos, conforme orientação do docente e dos sistemas de ensino, para evitar as distrações”, destacou.
Sobre a permissão de uso aos alunos com deficiência, mesmo na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, independentemente da atividade pedagógica, a ideia é garantir a acessibilidade cada vez mais frequente na forma de aplicativos. “Incluímos também os casos de condições de saúde, como a medição de glicemia por diabéticos. Esses usos são exceção”, esclareceu o relator.
Sofrimento psíquico
De acordo com o projeto, as redes de ensino e as escolas deverão abordar o tema do sofrimento psíquico e da saúde mental dos alunos da educação básica, apresentando a eles informações sobre riscos, sinais e prevenção do sofrimento, incluindo o decorrente do uso imoderado de celulares e do acesso a conteúdos impróprios.
Também os professores deverão ser treinados para detectar sinais sugestivos de sofrimento psíquico e mental. As escolas, por sua vez, deverão oferecer espaços de escuta e de acolhimento para alunos ou funcionários em sofrimento psíquico e mental, principalmente decorrentes do uso imoderado de telas e nomofobia, que é a angústia provocada pela ausência do celular.
Próximos passos
O projeto será analisado agora, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania. Para virar lei, a proibição precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.
“Agencia Brasil”

