ECONOMIA
Sorriso ganhou mais de mil empresas este ano
ECONOMIA
Por: David Murba
Em Sorriso, 1, 383 mil novas empresas foram abertas de janeiro até agora. A maioria delas é de pequeno porte classificadas como microempreendedor individual. Outra parte é de médio porte, como mercados, lojas de materiais de construção, lanchonetes e um número considerável no setor de prestadores de serviços, que também contribuem para geração de empregos. A menor fatia dos novos empreendimentos é de grande porte.
De acordo com o secretário de Fazenda Sérgio Kocava, contribuiu para o expressivo número, a desburocratização do microempreendedor, que fez com que as pessoas saíssem da informalidade e legalizasse sua empresa. “Ao longo desses três, quatro anos, o município passou por uma crise muito intensa, assim como as outras cidades, o mercado de trabalho ficou bastante escasso e as pessoas buscaram a fazer trabalhos de rua sem documentação, como vendedores ambulantes. Aí veio a lei que deu oportunidade para a legalização”.
Kocava disse ainda que a expectativa é de crescimento ainda maior para os próximos anos devido também ao trabalho de industrialização que o Executivo vem fazendo. “O trabalho vem sendo feito para trazer multinacionais. O aeroporto e nossa logística contribuem para isso e a tendência é o município crescer muito mais”, expôs.
Na metade de 2020, está previsto para ser inaugurada uma indústria de etanol, a base de milho, com investimentos de R$ 800 milhões. A previsão é que produza 530 milhões de litros de etanol por ano. Com isso, deve gerar mais de 1.500 empregos diretos e indiretos.
Só Notícias/ (foto: arquivo/assessoria)
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


