ECONOMIA
Produção de Carne Suína no Brasil Deve Crescer 2,2% em 2024, Segundo Safras & Mercado
ECONOMIA
Estimativa aponta para aumento na produção e nas exportações, com leve crescimento na oferta doméstica
A produção de carne suína no Brasil deve atingir 5,391 milhões de toneladas em 2024, o que representa um aumento de 2,2% em relação às 5,272 milhões de toneladas registradas no ano anterior, de acordo com as previsões divulgadas pela consultoria Safras & Mercado.
Em paralelo, as exportações brasileiras de carne suína devem registrar crescimento de 8,8%, com o volume embarcado alcançando 1,198 milhão de toneladas, frente às 1,304 milhão de toneladas exportadas em 2023.
Já o mercado doméstico deve apresentar uma leve alta na oferta, com a disponibilidade de carne suína no Brasil subindo para 4,087 milhões de toneladas em 2024, um aumento de 0,3% em relação às 4,074 milhões de toneladas ofertadas no ano passado.
“ Portal do Agronegócio”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


