ECONOMIA
Preços do boi gordo registram leve queda, enquanto bezerros mantêm tendência de alta em novembro
ECONOMIA
Mercado de bezerros em Mato Grosso do Sul tem valorização acumulada de 12,25% neste mês, enquanto o boi gordo segue com estabilidade, apesar de leve recuo
O mercado de boi gordo apresentou uma leve queda nesta quinta-feira, 28 de novembro de 2024. O indicador CEPEA/B3 fechou a R$ 352,10 por arroba, com uma variação diária negativa de 0,16%. Apesar dessa desvalorização pontual, os preços continuam firmes, registrando uma alta acumulada de 10,51% no mês. Em termos de dólar, o preço finalizou o dia em US$ 58,82 por arroba.
Nos dias anteriores, o mercado havia registrado variações positivas: em 27/11, a arroba foi cotada a R$ 352,65, um aumento de 0,18%; em 26/11, o valor foi de R$ 352,00, com um crescimento de 0,64%; e em 25/11, o preço alcançou R$ 349,75, com uma alta de 0,63% em relação ao dia anterior. Em 22/11, o preço da arroba estava em R$ 347,55, refletindo o movimento contínuo de valorização ao longo do mês.
Já o mercado de bezerros, por sua vez, segue em alta. O Indicador ESALQ/BM&FBOVESPA para o estado de Mato Grosso do Sul fechou em R$ 2.704,16 por unidade na quinta-feira, 28 de novembro, após um incremento diário de 0,70%. O preço do bezerro acumula uma expressiva valorização de 12,25% em novembro. Em dólar, o valor foi registrado em US$ 451,75, refletindo a oscilação cambial.
Nos dias anteriores, o preço dos bezerros seguiu uma trajetória de valorização: em 27/11, a cotação foi de R$ 2.685,31 (+0,05%); em 26/11, atingiu R$ 2.683,92 (+0,71%); e no início da semana, em 25/11, o valor foi de R$ 2.664,97 (+1,08%). Em 22/11, a cotação estava em R$ 2.636,38 (+0,16%). O cenário demonstra um comportamento estável de alta no mercado de bezerros neste mês.
“Portal do Agronegócio”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


