ECONOMIA
Preço da gasolina CAI pela 3ª semana, para R$ 5,01
ECONOMIA
O preço médio nacional da gasolina recuou pela terceira semana consecutiva, após seis avanços. De acordo com a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), os três principais combustíveis ficaram mais baratos no país.
Em resumo, o preço do litro da gasolina caiu 0,40% nos postos, de R$ 5,03 para R$ 5,01. Vale destacar que, dois meses atrás, o valor do combustível caiu por 15 semanas consecutivas devido à lei complementar que limitou a cobrança do ICMS sobre os combustíveis, que entrou em vigor no país no final de junho.
Além disso, a Petrobras reduziu quatro vezes os valores da gasolina entre julho e setembro, ajudando a aliviar ainda mais o bolso do brasileiro. No entanto, essas medidas deixaram de puxar o preço da gasolina para baixo desde o início de outubro.
A expectativa é que a gasolina tenha um recuo ainda mais expressivo na próxima atualização da ANP. Isso porque a Petrobras reduziu novamente no último dia 7 de dezembro o preço do combustível no país.
Na semana passada, o valor máximo da gasolina encontrado pela ANP nos postos foi R$ 6,99, superando em 39,5% o preço médio nacional da gasolina. A propósito, a série histórica da agência teve início em 2004 e atualmente pesquisa os preços em mais de cinco mil postos do país.
Preço do diesel também recua nos postos de combustíveis
Por sua vez, o valor do diesel caiu pela segunda semana nos postos do país. Em suma, o preço médio do litro do combustível mais usado no país ficou 0,60% mais barato, passando de R$ 6,67 para R$ 6,63.
Segundo a ANP, o valor mais alto encontrado na semana foi de R$ 8,52, superando em 28,5% o preço médio nacional.
Vale ressaltar que o preço do diesel também vem recuando no país desde o final de junho devido à redução do ICMS. Além disso, a Petrobras reduziu três vezes o preço do diesel entre agosto e setembro, ajudando a enfraquecer o seu valor. E o diesel não voltou a subir de maneira expressiva nas últimas semanas como a gasolina.
Na semana passada, a Petrobras não reduziu apenas o preço da gasolina, mas também do diesel. A estatal reajustou em 8,2% o preço do combustível para as refinarias. E a expectativa é que essa queda também alivie o bolso dos brasileiros.
Etanol tem leve queda na semana
A ANP também revelou que o preço médio do etanol hidratado caiu 0,26% na semana, de R$ 3,85 para R$ 3,84 por litro. O biocombustível registrou queda nos preços por cinco meses consecutivos, entre abril e setembro, mas voltou a subir nos postos do país no início de outubro.
A saber, esta foi a segunda queda nos preços do etanol, após oito altas consecutivas. Inclusive, a ANP chegou a encontrar locais comercializando o etanol a R$ 5,99 na semana passada, valor 56% mais caro que a média nacional.
Por fim, vale destacar que os consumidores devem sempre procurar pelos valores mais econômicos. Embora o levantamento da ANP mostre o cenário nacional, os dados representam o preço médio dos combustíveis.
Isso quer dizer que há locais com valores mais altos que a média nacional, mas também há lugares com valores mais acessíveis. Por isso, pesquisar poderá ser uma grande economia.
“Sua Finança”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


