ECONOMIA
País tem pelo menos 61 concursos abertos para preencher mais de 11 mil vagas; veja lista
Há oportunidades para todos os níveis de escolaridade, com salários que chegam a R$ 32.781,77. Somente em um processo seletivo, da Minas Gerais Administração e Serviços S.A, são mais de 3 mil vagas.
ECONOMIA
Por G1
Pelo menos 61 concursos públicos estão com inscrições abertas no país nesta segunda-feira (26) que, juntos, ofertam mais de 11 mil vagas. Há oportunidades para todos os níveis de escolaridade.
Somente um dos concursos abertos oferece mais de 3 mil vagas. Ele é realizado pela Minas Gerais Administração e Serviços S.A, que busca profissionais de nível fundamental e médio.
Além das vagas abertas, alguns processos seletivos têm, também, formação de cadastro de reserva – ou seja, os candidatos aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso.
Dentre as oportunidades abertas no país, uma das remunerações mais altas é da Associação das Pioneiras Sociais, mais conhecida como rede Sarah de Hospitais do Aparelho Locomotor, cujo salário inicial é R$ 32.781,77 (mais informações abaixo).
Pelo menos oito concursos começam a receber inscrições nesta segunda-feira (26). Veja os detalhes deles abaixo:
Associação das Pioneiras Sociais (APS)
- Inscrições: até 14/05/2021
- 3 vagas
- Salário de até R$ 32.781,77
- Cargo de superior
Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip)
- Inscrições: até 4/05/2021
- 3 vagas
- Salário de até R$ 7.808,66
- Cargo de superior
Prefeitura de Novo Santo Antônio (MT)
- Inscrições: até 30/04/2021
- 9 vagas
- Salário de até R$ 15.000
- Cargo de nível fundamental, médio e superior
Prefeitura de Santana de Cataguases (MG)
- Inscrições: até 30/04/2021
- 2 vagas
- Salário de até R$ 2.380
- Cargo de nível superior
Prefeitura de Simolândia (GO)
- Inscrições: até 28/04/2021
- 23 vagas
- Salário de até R$ 5.000
- Cargo de nível fundamental, médio e superior
Secretaria da Administração do Estado da Bahia (Saeb)
- Inscrições: até 30/04/2021
- 90 vagas
- Salário de até R$ 5.397,26
- Cargo de nível médio e superior
Universidade Estadual de Maringá (PR)
- Inscrições: até 7/05/2021
- 3 vagas
- Salário de até R$ 3.318,79
- Cargo de nível médio e superior
Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes)
- Inscrições: até 7/06/2021
- 34 vagas
- Salário de até R$ 4.638,66
- Cargo de nível médio e superior
´´G1/Globo“
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


