ECONOMIA
Mercado de Etanol Registra Queda nos Preços na Terceira Semana de Fevereiro
ECONOMIA
Etanol anidro recua 2,53%, enquanto o hidratado tem leve desvalorização de 0,13%
Os preços dos etanóis anidro e hidratado apresentaram queda na semana de 17 a 21 de fevereiro, segundo o Indicador Cepea/Esalq, da USP. O maior recuo foi registrado no etanol anidro, utilizado na mistura com a gasolina, que encerrou o período cotado a R$ 3,1780 por litro, frente aos R$ 3,2604 da semana anterior, representando uma redução de 2,53%.
Já o etanol hidratado, utilizado em veículos flex ou movidos exclusivamente a álcool, teve uma leve desvalorização de 0,13% no mesmo período. O litro foi comercializado pelas usinas a R$ 2,8503, contra os R$ 2,8541 registrados entre os dias 10 e 14 de fevereiro.
Pequena alta no Indicador Diário Paulínia
No mercado de Paulínia (SP), referência nacional para o setor, a sexta-feira (21) registrou uma leve valorização do etanol hidratado, segundo o Indicador Diário Paulínia. O biocombustível foi negociado a R$ 2.951,00 por metro cúbico, um aumento de R$ 1,00, ou 0,03%, em relação ao preço da véspera, que estava em R$ 2.950,00 por metro cúbico.
“Portal do Agronegócio”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


