ECONOMIA
Etanol volta a subir após quatro semanas de queda
ECONOMIA
Anidro lidera alta semanal com valorização de 2,63%, enquanto o hidratado também registra leve avanço nos preços, segundo o Cepea/Esalq
Os preços dos etanóis anidro e hidratado voltaram a registrar alta na semana de 31 de março a 4 de abril, interrompendo uma sequência de quatro semanas consecutivas de queda, conforme aponta o Indicador Cepea/Esalq, da USP.
A maior valorização ocorreu no etanol anidro, utilizado na mistura com a gasolina, que foi comercializado a R$ 3,1591 por litro na última semana. O valor representa uma alta de 2,63% em relação aos R$ 3,0782 por litro registrados na semana anterior.
O etanol hidratado, usado diretamente nos veículos flex ou movidos exclusivamente a álcool, também encerrou o período em alta. O litro do biocombustível foi negociado a R$ 2,7398 pelas usinas, ante R$ 2,7314 da semana de 24 a 28 de março, o que representa um avanço de 0,31% na comparação semanal.
Indicador Diário Paulínia
Segundo o Indicador Diário Paulínia, o etanol hidratado também apresentou valorização na sexta-feira (4), revertendo a queda registrada no dia anterior. O metro cúbico do combustível foi negociado a R$ 2.871,00 pelas usinas, frente aos R$ 2.857,00 do dia anterior, o que representa uma alta de 0,49%. No acumulado de abril, o indicador aponta uma valorização de 0,88%.
“Portal do Agronegócio”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


