ECONOMIA
Emissão de passaportes pode ser liberada segunda-feira
A informação é da Casa da Moeda
ECONOMIA
A Casa da Moeda garante que vai trabalhar com intensidade para a liberação dos documentos
Por: Branca Morais
Os Brasileiros que estavam planejando viagens para o
Exterior nessas férias, infelizmente vão ter que esperar para a próxima
temporada.
Exterior nessas férias, infelizmente vão ter que esperar para a próxima
temporada.
ano. Isso se deve ao orçamento insuficiente para atividades de controle
migratório e emissão de documentos de viagem.
na noite do último dia 27. De acordo com a PF, o setor atingiu o limite de
gastos previstos na Lei Orçamentária da União.
documento seja normalizada até o fim da semana.
atendimentos por dia útil para a requisição do documento em todo o país.
acúmulo de pedidos e a estimativa deve ultrapassar 150 mil pedidos de emissão
do passaporte e com isso a demora até normalizar o setor é uma certeza.
Planejamento abrir o empenho de recursos e autorizar o repasse ao Ministério da
Justiça, que logo após destinará à
Polícia Federal.
de junho), em sessão do Congresso Nacional.
o Ministério da Justiça e assim poder liberar a PF na emissão dos passaportes.
A Casa da Moeda informou em nota, na Sexta-Feira (21) que vai “trabalhar 24 horas por dia e sete dias por semana” para normalizar a emissão de passaportes. De acordo com o órgão, o retorno da produção dos documentos, será na próxima segunda-feira (24).
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


