ECONOMIA
Conta de luz agora vem em novo formato para todo o Estado de Mato Grosso
A inovação começou nesse mês de Julho.
ECONOMIA
A fatura da luz elétrica dos consumidores clientes da ENERGISA MT mudou, a
partir deste mês de julho as contas chegam até seus usuários com um novo
formato ilustrativo que facilita a leitura.
Por: Branca Morais
Ficou mais
fácil a leitura da conta de luz, dá
destaque a algumas informações, como o número da unidade consumidora e o
principal ponto da mudança é na área demonstrativa da fatura.
Antes, vinham descriminados todos os impostos em linhas
separadas e o total da fatura só aparecia na parte de baixo do talão, agora o
valor já aparece totalizado na área Demonstrativo e na mesma linha é possível
ver qual porcentagem equivale a cada imposto.
A mudança na forma de apresentação foi realizada para
atender os regulamentos do ICMS de cada Estado, e não tem nenhum impacto no
custo final cobrado ao cliente da operadora de serviço.
A composição da tarifa continuará exatamente como era
antes, para manter a transparência adotada pela ENERGISA. Todas as informações
que vinham na fatura anterior continuam no novo formato, porém, distribuídas de
maneira mais objetiva e esclarecedora para o cliente.
A ENERGISA já começou a emitir o novo formato da fatura nas
redes sociais e no site da operadora em todo o Estado. As 143 agências de
atendimento em Mato Grosso exibirão cartazes e panfletos explicativos para que
todos os clientes consigam visualizar e compreender as informações, campo por
campo da nova fatura de energia.
Caso o usuário tenha alguma dúvida, ao receber a sua conta
de luz, ele pode entrar em contato com a distribuidora pelos canais de
atendimento que está ilustrada na fatura.
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Entendendo a tarifa
A tarifa da energia elétrica é composta por custos de
distribuição, transmissão e geração de energia; além de encargos e impostos que
são somados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL).
O preço final é dividido em duas parcelas:
Parcela
A = custos
não gerenciáveis, ou seja, associados à geração de energia, tais como, compra e
transmissão de energia e encargos setoriais.
Parcela
B = custos gerenciáveis, ou seja, administrados pela própria
empresa, como, manutenção e remuneração dos investimentos. É por meio dessa
parcela que as empresas distribuem energia a todos os clientes, pagam
funcionários, fornecedores e prestadores de serviço; mantêm e ampliam a rede e
os sistemas elétricos, além de investir na modernização e melhoria crescente da
qualidade dos serviços prestados.
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


