Brasil
Presidente afirmou que o novo valor começará a ser pago em novembro; aumento representa mais de 50% do pagamento médio atual
ECONOMIA
O presidente Jair Bolsonaro garantiu, nesta segunda-feira (19), que o novo Bolsa Família deve ser pago a partir de novembro, e que terá valor mínimo médio de R$ 300.
“Prorrogamos por mais três meses o auxílio. Pretendemos em novembro já ter o novo Bolsa Família, e o valor será, no mínimo, de R$ 300. Hoje em dia, a média do Bolsa Família equivale a R$ 192, e vamos passar isso para R$ 300. É um pouco mais de 50% de reajuste. Esse dinheiro vem de onde? Vem dos pagadores de impostos. Tenho que ter responsabilidade com esse dinheiro”, afirmou o chefe do Executivo.
Atualmente, o programa realiza o repasse médio de R$ 192 para os beneficiários. Caso o novo valor seja confirmado, representaria um aumento de mais de 50%.
No mês passado, Bolsonaro já tinha sinalizado com esse valor para o fim do ano. No entanto, o presidente havia dito que a quantia seria “em média”, e não “no mínimo”.
O novo Bolsa Família deve atender um número maior de famílias e terá um valor mais alto do que o Auxílio Emergencial. A equipe econômica ainda tenta encontrar dinheiro para cumprir a promessa de Bolsonaro.
“RÁDIO BAND NEWS FM”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


