Indicações serão apreciadas em reunião extraordinária
Comitê analisa nomes para Conselho de Administração da Petrobras
ECONOMIA
O Comitê de Elegibilidade (Celeg) da Petrobras retomou hoje (13) a reunião, iniciada na semana passada (7), para finalizar as análises dos candidatos para o Conselho de Administração, indicados pelo acionista controlador da estatal, que é o governo federal.

As indicações serão apreciadas em reunião extraordinária do Conselho de Administração, na segunda-feira (18), que também vai deliberar sobre a convocação da Assembleia Geral Extraordinária, onde serão escolhidos os novos conselheiros.
Foram analisados os nomes de Gileno Gurjão Barreto (indicado como presidente do Conselho de Administração); Edison Antônio Costa Britto Garcia; Iêda Aparecida de Moura Cagni; Jônathas Assunção Salvador Nery de Castro; Ricardo Soriano de Alencar; além de Márcio Andrade Weber (atual presidente do Conselho); e Ruy Flaks Schneider, atual conselheiro da companhia.
Da lista fazem parte também os nomes dos indicados pelos acionistas minoritários, José João Abdalla Filho e Marcelo Gasparino da Silva, com base nas regras de governança da companhia e legislação aplicável.
Os detalhes da manifestação do Comitê de Elegibilidade poderão ser encontrados na íntegra da ata da reunião, que ficará disponível para consulta em até 7 dias úteis no site Relações com Investidores da Petrobras.
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ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


