ECONOMIA
Anidro e Hidratado Encerram Semana em Queda devido ao Carnaval
ECONOMIA
Mercado registra desvalorização após semana curta em razão do feriado
Os preços do etanol anidro e hidratado encerraram a semana de 3 a 7 de março em queda, conforme os dados do Indicador Cepea/Esalq, da Universidade de São Paulo (USP). A maior desvalorização foi observada no etanol hidratado, utilizado em veículos flex e originalmente movido a álcool, que voltou a recuar após ter registrado valorização na semana anterior.
O litro do etanol hidratado foi negociado pelas usinas a R$ 2,8406, contra R$ 2,8524 registrado na semana de 24 a 28 de fevereiro, marcando uma queda de 0,41% no comparativo entre os períodos.
Etanol Anidro
Por sua vez, o etanol anidro, utilizado na mistura com a gasolina, também apresentou queda de 0,20% na semana, que foi encurtada pelo feriado do Carnaval. O preço do litro do anidro foi de R$ 3,2491, contra R$ 3,2556 na semana anterior.
Indicador Diário Paulínia
De acordo com o Indicador Diário Paulínia, a sexta-feira (7) também registrou baixa nas cotações do etanol hidratado. O preço do metro cúbico foi de R$ 2.935,00, uma queda de 0,14% em relação ao valor de R$ 2.939,00 registrado no dia anterior.
“Portal do Agronegócio”
ECONOMIA
Demanda por viagens aéreas deve dobrar até 2050, aponta relatório
Mesmo nos cenários de menor crescimento, a procura por viagens aéreas deve mais que dobrar em cerca de 25 anos

Segundo o estudo, o volume global de viagens aéreas deve saltar de 9 trilhões de passageiros-quilômetros (RPK) registrados em 2024 para cerca de 20,8 trilhões em 2050, considerando um cenário intermediário.
O indicador RPK é usado pelo setor para calcular o tráfego de passageiros. Trata-se da medida do volume de passageiros transportados pelas companhias aéreas. O indicador é calculado da seguinte maneira: multiplica-se o número de passageiros pagantes pela distância percorrida.
O estudo simula três cenários: um de crescimento mais alto, um intermediário e outro mais baixo. Eles são impulsionados por diferentes taxas compostas de crescimento anual (CAGR), que variam de 2,9%, a porcentagem mais baixa, a 3,3%, a mais alta.
Os cenários levam em conta diferentes projeções econômicas com fatores de longo prazo, incluindo crescimento econômico, populações, tendências de preços do combustível de aviação, a transição energética global e a capacidade de oferta do transporte aéreo.
Nas três situações, o volume de passageiros-quilômetros pagos mais que dobra entre 2024 e 2050. No cenário mais conservador, o número deverá chegar a 19,5 trilhões RPK em 2050. Já no cenário mais otimista, o número passará a ser de 21,9 trilhões. Assim, as três situações apontam para um crescimento consistente da aviação nas próximas décadas.
Segundo o diretor-geral da associação, o relatório reforça a necessidade de estruturas de políticas públicas que apoiem, por exemplo, o desenvolvimento de infraestrutura, a facilitação do acesso aos mercados, a harmonização regulatória e uma transição eficaz para energia limpa.
Mercados emergentes lideram alta


