Crime aconteceu na manhã desta terça (11); vítimas não tiveram ferimentos graves

Menor fere três colegas em ataque com faca em escola estadual de Goiás

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Um adolescente de 13 anos esfaqueou três colegas na manhã desta terça-feira (11), em Santa Tereza de Goiás (GO), a 372 quilômetros de Goiânia. As informações são da SSP (Secretaria de Segurança Pública) de Goiás.

O palco da violência foi o colégio estadual Dr. Marco Aurélio, no centro, e ocorre 15 dias após um adolescente de 13 anos matar uma professora na escola Thomazia Montoro, em São Paulo.

As vítimas foram socorridas imediatamente e o estado de saúde delas é regular, sem ferimentos graves, de acordo com a secretaria.

O adolescente autor do ataque foi apreendido e encaminhado para a delegacia local, onde os procedimentos dos atos infracionais estão em andamento.

Também nesta terça, a Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia de Rio Verde, identificou e apreendeu o responsável por um perfil que fazia ameaças de massacre em duas escolas públicas de Rio Verde. Trata-se de um adolescente de 16 anos.

Nas postagens, segundo a Secretaria de Segurança Pública, o menor afirmava que mataria pessoas em duas escolas. O adolescente ainda postava foto de armas, causando pavor em pais, alunos e professores, ressalta a secretaria.

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O aparelho celular que ele usava para acessar as redes sociais e publicar as ameaças foi apreendido.

A pasta da segurança afirmou que as forças policiais de Goiás estão com máxima atenção e trabalham nas redes atrás de pessoas que possam praticar ou fomentar esse tipo de atentado, em especial o Batalhão Escolar e a Delegacia de Crimes Cibernéticos.

Na segunda (10), Polícia Civil de Goiás cumpriu mandado de busca e apreensão na casa de um menor de 14 anos de idade que incitava e fazia apologia a crimes de massacres em escolas.

A Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos cumpre hoje quatro mandados de busca e apreensão em Goiânia e Rio Quente.

“FOLHAPRESS”

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Bebida foi batizada com metanol para “transformar uma garrafa em duas”, diz Padi

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, explicou que a contaminação por metanol nas bebidas alcoólicas teria ocorrido no pós produção, e revelou que o antídoto importado, chamado fomepizol, deve chegar nesta semana, durante entrevista à TV Fórum nesta segunda-feira (6).

Padilha explicou que tudo indica que a adulteração ocorre após a produção, o que dificulta a retirada preventiva dos lotes. “Quando o crime acontece na produção, é possível rastrear o lote e retirar de circulação. Mas, neste caso, tudo sugere que a adulteração é posterior”, afirmou, ressaltando que o objetivo dos criminosos é “transformar uma garrafa em duas”.

Ele destacou ainda que o governo já garantiu o estoque de antídoto contra o metanol, após uma operação emergencial de compra. Foram adquiridas doses de etanol farmacêutico e fomepizol, medicamento de uso raro que precisou ser importado com apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

“Não é um medicamento de circulação mundial. Tivemos que contatar o produtor e fazer a encomenda de forma emergencial, de sexta para sábado. A expectativa é que o fomepizol chegue nesta semana”, explicou o ministro.

O antídoto será distribuído em centros regionais de referência espalhados pelo país, com nove unidades em São Paulo.

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As vigilâncias sanitárias seguem realizando visitas e apreensões de bebidas suspeitas em bares, mercados e distribuidoras. Em alguns casos, as polícias civil e federal têm feito o encaminhamento e a destruição das garrafas apreendidas, após os testes laboratoriais.

Padilha também respondeu sobre a conversa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, a respeito das sanções sofridas pelo país, por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e figuras públicas, como ele próprio e sua família, que foram impedidos de renovar vistos.

Ele destacou que as medidas dos EUA tiveram o efeito contrário ao pretendido, dando ainda mais visibilidade internacional ao Brasil, minutos antes de ser divulgada que a conversa de Lula e Trump havia sido feita nesta segunda.

“Eu sempre vejo o diálogo e a negociação como algo positivo. O que fizeram comigo foi um tiro pela culatra, porque conseguimos ter mais visibilidade ainda no evento da Opas”, afirmou o ministro, em referência à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Padilha disse que, após o episódio, recebeu solidariedade de cou.olegas e ministros de outros países, e que a intervenção brasileira ganhou destaque durante a conferência internacional. “Vários colegas entraram em contato conosco. A intervenção teve uma visibilidade ainda maior no plenário, e vamos continuar fazendo as agendas com a Opas. Esta semana irei para outras agendas, na Europa e na China, fortalecendo nossas parcerias”, complet

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