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Influencer que invadiu recinto de elefante no Zoo é indiciado por maus-tratos

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Segundo as investigações, o ato, amplamente divulgado nas redes sociais, causou estresse ao elefante, o que pode comprometer sua saúde e afetar sua rotina de bem-estar no recinto

O influencer de 25 anos, que invadiu o recinto do elefante-africano nas dependências Zoológico de Brasília, foi indiciado por dois episódios de maus tratos a animais pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por intermédio da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra os Animais (DRCA). Na ocasião, o investigado provocou o animal de forma insistente e imprudente.

Segundo as investigações, o ato, amplamente divulgado nas redes sociais, causou estresse ao elefante, o que pode comprometer sua saúde e afetar sua rotina de bem-estar no recinto. A atitude imprudente do autor, além de colocar a própria integridade em risco, gerou preocupação à equipe técnica do Zoológico e comprometeu o ambiente de segurança da instituição.

A DRCA também investigou e identificou a participação do mesmo autor em outro episódio de maus tratos, desta vez, envolvendo um cão da raça American Bully. Em um vídeo publicado nas redes sociais, o investigado é visto arremessando o animal dentro de uma piscina, resultando no afogamento momentâneo. Em seguida, o cachorro foi retirado da água por uma das pessoas presentes.

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O autor dos crimes foi indiciado pela DRCA pelos dois crimes de maus tratos, e as investigações seguem em andamento para identificar os demais envolvidos nos atos criminosos. O homem vai responder pelo crime de maus-tratos, nos termos do artigo 32, §1-A, da Lei 9.605/98.

A PCDF reforça seu compromisso com a proteção dos animais e destaca que todas as denúncias envolvendo crimes dessa natureza são apuradas com rigor, com o objetivo de garantir a responsabilização dos autores e a preservação da vida animal.

 

 

 

“CB”

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Bebida foi batizada com metanol para “transformar uma garrafa em duas”, diz Padi

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, explicou que a contaminação por metanol nas bebidas alcoólicas teria ocorrido no pós produção, e revelou que o antídoto importado, chamado fomepizol, deve chegar nesta semana, durante entrevista à TV Fórum nesta segunda-feira (6).

Padilha explicou que tudo indica que a adulteração ocorre após a produção, o que dificulta a retirada preventiva dos lotes. “Quando o crime acontece na produção, é possível rastrear o lote e retirar de circulação. Mas, neste caso, tudo sugere que a adulteração é posterior”, afirmou, ressaltando que o objetivo dos criminosos é “transformar uma garrafa em duas”.

Ele destacou ainda que o governo já garantiu o estoque de antídoto contra o metanol, após uma operação emergencial de compra. Foram adquiridas doses de etanol farmacêutico e fomepizol, medicamento de uso raro que precisou ser importado com apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

“Não é um medicamento de circulação mundial. Tivemos que contatar o produtor e fazer a encomenda de forma emergencial, de sexta para sábado. A expectativa é que o fomepizol chegue nesta semana”, explicou o ministro.

O antídoto será distribuído em centros regionais de referência espalhados pelo país, com nove unidades em São Paulo.

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As vigilâncias sanitárias seguem realizando visitas e apreensões de bebidas suspeitas em bares, mercados e distribuidoras. Em alguns casos, as polícias civil e federal têm feito o encaminhamento e a destruição das garrafas apreendidas, após os testes laboratoriais.

Padilha também respondeu sobre a conversa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, a respeito das sanções sofridas pelo país, por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e figuras públicas, como ele próprio e sua família, que foram impedidos de renovar vistos.

Ele destacou que as medidas dos EUA tiveram o efeito contrário ao pretendido, dando ainda mais visibilidade internacional ao Brasil, minutos antes de ser divulgada que a conversa de Lula e Trump havia sido feita nesta segunda.

“Eu sempre vejo o diálogo e a negociação como algo positivo. O que fizeram comigo foi um tiro pela culatra, porque conseguimos ter mais visibilidade ainda no evento da Opas”, afirmou o ministro, em referência à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Padilha disse que, após o episódio, recebeu solidariedade de cou.olegas e ministros de outros países, e que a intervenção brasileira ganhou destaque durante a conferência internacional. “Vários colegas entraram em contato conosco. A intervenção teve uma visibilidade ainda maior no plenário, e vamos continuar fazendo as agendas com a Opas. Esta semana irei para outras agendas, na Europa e na China, fortalecendo nossas parcerias”, complet

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