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Criança que matou 23 animais no PR esteve no local do massacre no dia anterior

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Menino ficou no local por cerca de 40 minutos e teria confessado a ação

O menino de 9 anos que matou 23 animais após invadir uma fazendinha localizada ao lado de uma clínica veterinária em Nova Fátima (PR), visitou o local no dia anterior ao massacre. Na ocasião, foi realizado um evento de inauguração do espaço. no dia da inauguração.

“A inauguração foi um dia antes, no dia das crianças. Teve um lindo evento aqui, foi bem bacana. Teve pipoca, algodão doce, trenzinho da alegria e visitação na fazendinha. E no domingo, no dia seguinte, aconteceu essa tragédia”, disse Brenda Almeida, dona do local.

Segundo a proprietária a criança entrou na fazenda por volta de 18h. As imagens mostram que ninguém interveio na ação do menor, que permaneceu lá por cerca de 40 minutos.

Entre os 23 animais mortos estão 20 coelhos e três porquinhos-da-índia. O local tem dois barracões, sendo um hospital e o outro a fazendinha, explicou Brenda.

Ainda segundo Brenda, a própria criança admitiu ter cometido os maus-tratos e detalhou como matou os animais. O menor de idade teria confessado que não era a primeira vez que fazia isso.

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Bebida foi batizada com metanol para “transformar uma garrafa em duas”, diz Padi

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, explicou que a contaminação por metanol nas bebidas alcoólicas teria ocorrido no pós produção, e revelou que o antídoto importado, chamado fomepizol, deve chegar nesta semana, durante entrevista à TV Fórum nesta segunda-feira (6).

Padilha explicou que tudo indica que a adulteração ocorre após a produção, o que dificulta a retirada preventiva dos lotes. “Quando o crime acontece na produção, é possível rastrear o lote e retirar de circulação. Mas, neste caso, tudo sugere que a adulteração é posterior”, afirmou, ressaltando que o objetivo dos criminosos é “transformar uma garrafa em duas”.

Ele destacou ainda que o governo já garantiu o estoque de antídoto contra o metanol, após uma operação emergencial de compra. Foram adquiridas doses de etanol farmacêutico e fomepizol, medicamento de uso raro que precisou ser importado com apoio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

“Não é um medicamento de circulação mundial. Tivemos que contatar o produtor e fazer a encomenda de forma emergencial, de sexta para sábado. A expectativa é que o fomepizol chegue nesta semana”, explicou o ministro.

O antídoto será distribuído em centros regionais de referência espalhados pelo país, com nove unidades em São Paulo.

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As vigilâncias sanitárias seguem realizando visitas e apreensões de bebidas suspeitas em bares, mercados e distribuidoras. Em alguns casos, as polícias civil e federal têm feito o encaminhamento e a destruição das garrafas apreendidas, após os testes laboratoriais.

Padilha também respondeu sobre a conversa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, a respeito das sanções sofridas pelo país, por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e figuras públicas, como ele próprio e sua família, que foram impedidos de renovar vistos.

Ele destacou que as medidas dos EUA tiveram o efeito contrário ao pretendido, dando ainda mais visibilidade internacional ao Brasil, minutos antes de ser divulgada que a conversa de Lula e Trump havia sido feita nesta segunda.

“Eu sempre vejo o diálogo e a negociação como algo positivo. O que fizeram comigo foi um tiro pela culatra, porque conseguimos ter mais visibilidade ainda no evento da Opas”, afirmou o ministro, em referência à Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).

Padilha disse que, após o episódio, recebeu solidariedade de cou.olegas e ministros de outros países, e que a intervenção brasileira ganhou destaque durante a conferência internacional. “Vários colegas entraram em contato conosco. A intervenção teve uma visibilidade ainda maior no plenário, e vamos continuar fazendo as agendas com a Opas. Esta semana irei para outras agendas, na Europa e na China, fortalecendo nossas parcerias”, complet

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