Cotidiano
Sete doenças silenciosas que é preciso ficar atento
As consequências podem ser gravíssimas
Cotidiano
Por: Branca Morais
Nem sempre problemas sérios de saúde apresentam seus sintomas assim que começam a se desenvolver no nosso organismo, por isso a realização regular de consultas e exames médicos é algo tão importante.
Os cuidados com a saúde são muito importantes, e uma maneira de sempre manter a saúde em dia, é adotar uma boa alimentação, aliada à uma atividade física que também faz parte desses cuidados.
Confira algumas doenças consideradas graves que podem demorar para dar os primeiros sinais:
Pressão alta
Silenciosa, a condição não apresenta nenhum sintoma, mas pode ser bastante perigosa, já que pode resultar em Acidente Vascular Cerebral (AVC) e doenças do coração.
Diabetes
Outra grave doença comum que não dá sinais claros e que pode ser descoberta através de simples exames de sangue.
Colesterol alto
Apenas através de exames de sangue, e não sintomas claros, que o problema pode ser descoberto. A condição é grave e pode levar a um quadro de AVC ou infarto.
Câncer de pulmão
Estima-se que 50% das pessoas com a doença morrem após apenas um ano do diagnóstico, pois que ela não apresenta sintomas e é descoberta quando já se espalhou, dificultando o tratamento e a cura.
Hepatite C
O vírus que afeta o fígado e pode levar a câncer, cirrose, insuficiência hepática ou mesmo a morte não apresenta sintomas iniciais em cerca de 80% das pessoas.
HPV
Uma pessoa infectada pelo vírus do papiloma humano pode nunca apresentar os sintomas, mas ainda assim ser responsável por sua transmissão. Bastante comum, pode levar a diversos tipos de cânceres e, apesar de não ter cura, pode ser facilmente tratado quando diagnosticado.
Osteoporose
Bem mais comum entre mulheres do que entre homens, a condição que enfraquece os ossos geralmente é identificada apenas quando uma pessoa sofre uma queda e apresenta uma fratura.
Sintomas e seus significados
Metade dos brasileiros que têm trombose não apresenta sintomas da doença muita gente erra ao achar que tem labirintite: 9 sintomas dizem se é mesmo. Fadiga e cansaço constantes podem ser sintomas de hepatite A, B ou C
Consulte seu médico e faça exames periodicamente, essa ainda é por enquanto a melhor maneira de prevenir essas doenças.
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Governo desmente notícia de que arroz importado é de plástico ou contaminado
BRASÍLIA – O Ministério da Agricultura desmentiu nesta quarta-feira, 29, em nota, uma notícia falsa de que o arroz importado está contaminado ou é de plástico. Segundo a pasta, as alegações são mentirosas. “O Ministério da Agricultura fiscaliza alimentos que entram no País, e o edital da Conab especifica o tipo de arroz a ser adquirido”, esclarece a pasta.
O ministério lembrou que a autorização do governo para a importação de até 1 milhão de toneladas de cereal beneficiado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) visa garantir o abastecimento alimentar em todo o território nacional, que poderia ser comprometido pelos impactos das enchentes à produção gaúcha.
“Diante dessas medidas, produtores de desinformação criaram narrativas inverídicas sobre o produto a ser importado. Dentre esses boatos, existe a alegação de que o arroz importado seria contaminado por vermes, vírus ou outros parasitas nocivos ao ser humano. A legislação brasileira e os acordos internacionais para o trânsito de produtos vegetais e insumos agrícolas entre países estabelecem regras para garantia da qualidade, segurança e conformidade dos produtos, bem como a avaliação do risco de disseminação de pragas”, esclareceu o ministério.
A governo ressaltou que, no Brasil, a fiscalização e o controle são feitos por meio do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) do Ministério da Agricultura. “Os procedimentos e exigências fitossanitárias são específicos para cada tipo de mercadoria, incluindo sementes e mudas, bebidas, alimentos e insumos agropecuários”, acrescentou.
Segundo o ministério, também é mentira que o arroz importado seria “de plástico”. “O aviso de compra pública divulgado pela Conab para aquisição do grão é explícito ao especificar como objeto ‘arroz beneficiado, polido, longo fino, tipo 1, safra 2023/2024′?, diz a nota.
A oferta de arroz no País, segundo o governo, é regulamentada pela instrução normativa 6/2009. A norma reconhece apenas grãos provenientes da espécie Oryza sativa L. e classifica o produto em dois grupos: arroz em casca (natural ou parbolizado) e arroz beneficiado (integral, polido, parbolizado integral e parbolizado polido).
Supermercados
O governo federal estima que o arroz que será importado pela Conab deve chegar às gôndolas dos supermercados em até 40 dias, segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro.
“O tempo de chegada vai depender do local do fornecedor do arroz, porque, se vier da Ásia, demora um pouco mais que o dos players do Mercosul. Acredito que em 30 a 40 dias esse arroz estará nas gôndolas dos supermercados ao consumidor”, disse Fávaro, em entrevista ao programa Bom Dia, Ministro da EBC.
O arroz importado pelo governo será comercializado a R$ 20 por pacote de 5kg, com identificação do governo federal, embalado na origem e preço tabelado, segundo Fávaro. O arroz a ser comprado será o agulhinha tipo 1.
“A medida provisória do Executivo autorizou compra de até 1 milhão de toneladas. Iremos comprar somente o necessário até o mercado se estabilizar mantendo níveis razoáveis de preço ao consumidor”, afirmou. Segundo ele, não haverá racionamento na quantidade de venda por consumidor.
O ministro refutou a ideia de que a medida para importação do arroz pelo governo seja intervenção estatal. “O governo não quer intervir no mercado, mas o mercado deve voltar logo ao preço justo com o combate à especulação. Estamos longe de qualquer intervenção, até porque se o Brasil produz em torno de 10,5 milhões de toneladas de arroz, 300 mil toneladas não farão intervenção”, defendeu.
Ele também disse que o governo não planeja afrontar os produtores com a medida. “Sabemos que o Rio Grande do Sul tem estoque suficiente e não há risco de desabastecimento, mas o governo precisa coibir a especulação. O preço do arroz subiu de 30% a 40% em um mês, o que é inconcebível. Não precisaríamos importar se tivesse situação normal”, disse.
“MSN”

